quinta-feira, 23 de abril de 2009

As "torres gémeas" continuam no imaginário das pessoas "livres"



World Trade Center

Esta é uma das últimas fotografias das "Torres" e se não fosse uma atitude de fanatismo absurdo que “comandou” o braço que desferiu a fatídica “machadada” a data não teria nascido para os anais da irracionalidade humana que inexplicavelmente está sempre pronta a fluir de reflexos acantonados no mais recôndito do cérebro e que iludem com facilidade todas as investigações mantendo-se calmamente indetectáveis, esperando pacientemente o sinal.
Pensar que o mundo fracturado de ideais e que será o teatro onde se produzirá a próxima catástrofe, existem sentimentos de vingança que transbordam os limites do ódio, desaguando num caldo indecifrável de extremismos incontornáveis e que por simpatia electrónica poderão estar já activos, faz novamente nascer o terror dum ataque brutal em qualquer momento ou em qualquer lado – pensar que o fanatismo bloqueia os sentidos, não permitindo que a consciência emita uma opinião e sabendo ainda que mutações inconscientes estão em curso e que explodem sempre com uma violência impossível de compreender fazendo reviver o renascimento do terror absoluto e que por manifesto azar, pode residir “paredes meias”com o mais comum dos mortais, atemoriza o esplendor da vida que nasceu para iluminar o prazer de viver – infelizmente os alvos são sempre aqueles que tudo fazem para vencer a sobrevivência do dia a dia e que em "Atocha" ou no “novo mundo” e neste último por razões óbvias se apresenta como um símbolo da luta permanente e tenaz para que uma outra auto-estrada se configure num horizonte repleto de obstáculos impossíveis de transpor quando o ambiente na origem é um deserto nas ambições intrínsecas e que completam todo o ser humano.

Uma dispositivo nuclear e que está já ao alcance de mãos geladas e mentes calcificadas na repetição, pode decidir os destinos, desequilibrando o peso do mundo que perdido no universo não terá mecanismos para evitar a decisão fratricida – por falta de manifesta oportunidade estratégica tal manobra extrema ainda se mantém desactivada aos 23-04-2009 e 18H10m, mas e sem margem para grande incerteza, estará já emboscada no quadrante cerebral que obstinadamente seguirá os preceitos fanáticos e para os quais foi zelosamente instruído.

Esteiro e Cais da Malhada

















O Canal da Malhada e área confinante é um ex-libris que tarda em ser requalificado para pena de todos os munícipes do Concelho.

O executivo camarário que tem um papel importantíssimo na renovação do Concelho de Ílhavo e se mostra sempre sensível aos anseios das populações quando estão em causa anseios legítimos, no caso do excepcional Canal da Malhada e da área confinante e apesar de todos sabermos que se tem preocupado com a sua requalificação paisagística parece estar atado de “pés e mãos”.
Embora se saiba que a CMI não tem nem a primeira nem a última palavra sobre esta jurisdição, parece ser no entanto possível recorrer à dinâmica do Presidente da Câmara que como se sabe e quando se interessa, tritura as resistências das tutorias cruzadas, que sempre que podem emperram os mecanismos de desenvolvimento regional legítimo, mesmo que o impacto ambiental não possa ser reclamado.

Uma pequeníssima orla da ria que confina com este canal, foi já envolvida por uma colarinho protector que realçou de forma inexcedível as potencialidades que a zona envolve e isso dá esperança que um dia o canal e zona envolvente assumirão a imponência que tiveram e que todos os munícipes “exigem” que volte a ter.

O Concelho de Ílhavo que tem a ria a correr-lhe no sangue merece uma oportunidade para deixar de vez o velho sótão do esquecimento e renascer das cinzas – as raízes continuam frescas, sadias e fascinadas por constatarem que apesar dos muitos anos passados, o velho e incondicional povo, ainda se lembra do período em que tudo passava pela superfície das suas águas – a memória é o deposito da história e se o Presidente da CMI reflectir um pouco confirmará da justeza do assunto e certamente "As Grandes Opções do Plano para 2009" que prevê nos "Projectos de Incidência Municipal" a qualificação do Esteiro e do Cais da Malhada poderá ser a boa noticia que todos esperamos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Portugal precisa urgentemente duma "escola nova".



Portugal precisa urgentemente duma “ escola nova” que forneça ética e competência para entender, resolver e ultrapassar os enormes obstáculos que estão à vista.

A sustentabilidade da democracia tem de estar apta a defender-se dos ataques por via de expedientes maldosos e que visam obter “resultados” fora de contexto.

A “mamba preta” possui um veneno violentíssimo que causa a paralisia e consequentemente a morte em poucas horas se o antídoto estiver distante – o corporativismo onde as sociedades intelectualizadas se escondem para proteger privilégios desproporcionados, está investido do mesmo principio activo do veneno da “mamba” e promete em conjunto com a corrupção e a politica irresponsável, destruir o tecido social e desacreditar todas as “soluções” que se coloquem nas diversas frentes que querem implementar as “boas práticas” e que o senso comum reconhece a milhões de anos luz.

Portugal é um país que não pode morrer ás mãos de “gente humana” que se marimba para tudo, que recorre com frequência a expedientes para defender com “unhas e dentes” os seus privilégios e desideratos intelectuais, mesmo sabendo, que estão num “barco” que pode de repente transformar-se num esquife, que inevitavelmente arrastará para o desastre toda a populaça…

terça-feira, 31 de março de 2009

O "comando do mundo global" está totalmente descarrilado e os cidadãos devem salvar-se a si e aos seus...





Somos “democratas”, ou somos uma amálgama de vaidosos, mentirosos, cínicos e controlados por ambição irracional?

Quando todos sabem que a inteligência está minada pelo ego que não deixa pausa para reflexões e que palavras como, solidariedade, humanidade, diálogo e responsabilidade, são substituídas frequentemente por palavras como, vaidade, autoritarismo, ambição, poder, ódio, cinismo, algo vai mal no “reino das trevas” – esta metamorfose nuclear que pausadamente se vem instalando, pode querer alertar para alterações inerentes, revelando o nascimento duna mutação perigosa e para a qual ninguém está minimamente habilitado – é preciso que “algum desconhecido” reponha a ordem nesta convulsão intelectual, travando intenções desqualificadas do contexto e que estão na génese do que inexplicavelmente originou o nascimento do primeiro ser humano.

A ânsia de todos querermos ser o que nos é vedado por razões que podem morar na injustiça da nascença, poderá tornar-se num selo insuportável que identifica com cruel expressividade o destino artificialmente traçado pela evolução que sem explicações, beneficia uns, dando-lhe quase tudo, prejudicando e excluindo outros com uma voracidade desproporcional que pede reflexão para ajustar – a sociedade, que não é auto controlada, mas sim manipulada com fita adesiva para percorrer caminhos de diversos interesses insondáveis, pode exigir no curto prazo que os cidadãos “desertem” abandonando a pressão a que estão sujeitos, já que não podem suportar mais a “falta de ar” – a não ser que estupidamente queiram sufocar quando se consciencializarem que as válvulas de segurança colocadas nos cruzamentos estratégicos, são um sinal enganador como o foram noutros tempos bem próximos os chuveiros para erradicar piolhos.

O trabalho produtivo e gerador de riqueza paulatinamente arquitectado ao longo de milhares de anos e que intuiu “braços” acorrentados, oferecendo como prémio uma subsistência mitigada, deve merecer uma pausa e uma leitura nas entrelinhas que os “sinais do tempo” denodadamente têm evidenciado, merecendo perante os factos, um refrear no “modus operandi e faciendi” que as “inteligências” insistentemente publicitam de maneira a obter resultados líquidos desligados do contexto geral – a humanidade indiferenciada na génese com que iluminou a natureza, ou marcha em bloco, ou desfaz-se na corrente impetuosa que selvaticamente se aproxima do cadafalso construído à beira do precipício.

quinta-feira, 12 de março de 2009

ANGOLA, é um país do qual os portugueses se orgulham


ANGOLA, quer os portugueses o desejem ou não, vai ser um pólo de desenvolvimento no Continente Africano, como o Brasil o é no Continente Americano e os portugueses podem orgulhar-se de ter contribuído ao longo da sua história para que isso fosse possível – ainda bem que finalmente angolanos e portugueses, perceberam que ambos estão “infectados” com os defeitos e as virtudes uns dos outros, o que legitima a origem histórica e que nenhum pode negar – a união da língua é um factor de primordial importância estratégica, facilitando a abertura de portas numa cooperação onde não serão necessários dicionários ou interpretes – os portugueses percorreram sempre em diáspora criativa, vários lugares no mundo e a semente da aventura é um assunto que sempre entusiasmou os lusitanos, que quando “amarrados ao puto”, sufocam e morrem por dentro.


No dia 10 de Março, o Presidente Angolano, Dos Santos, fez uma visita oficial a Portugal e Fátima Roque, cidadã Angolana, deu uma entrevista institucional, que abre perspectivas dum reencontro histórico entre Portugal e Angola – Portugal deu o “ser” ao grande país que é Angola e as gigantescas fronteiras que este soberano país africano possui deve-as ao “ puto” que em tempos passados se bateu galhardamente para que isso fosse possível – Angola um pais ainda “tenro” na caminhada democrática e que expõe deficiências estruturais em todos os campos deve ser relevado, compreendido e acarinhado – quando olhamos para a democracia portuguesa e constatamos falhas gravíssimas em todo o espectro, apesar do tempo que decorreu depois da “revolução”, sabemos do que falamos.

Oxalá (vocábulo árabe), portugueses e angolanos saibam interpretar os sinais do tempo e aprendam com os erros…

sexta-feira, 6 de março de 2009

Informação Legal

Todos os conteúdos expostos nesta página de internet, nomeadamente politicas, imagem, animação, vídeo ou áudio, bem como qualquer outra informação adicional, são propriedade do detentor deste domínio de internet (DNS), ou foram utilizados com a permissão dos legítimos detentores dos Direitos de Autor, não podendo assim ser utilizados ou reproduzidos fora desta página de internet sem a autorização dos respectivos proprietários.
Todas as marcas registadas presentes nesta página de internet são propriedade dos legítimos detentores dos Direitos de Autor.
Esta página de internet poderá conter ligações a outras páginas de internet independentes, com conteúdos, legislação e política de privacidade próprios, pelas quais não será assumida qualquer responsabilidade da nossa parte.

Políticas de Privacidade

A protecção e preservação da informação fornecida nesta página de internet é uma preocupação constante e como tal, é permanentemente revisto e aperfeiçoado o sistema de segurança a ela associado.
As informações fornecidas pelos visitantes na navegação desta página de internet serão mantidas em sigilo e para uso interno exclusivo, nunca sendo cedidas a terceiros.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O Concelho de Ilhavo merece que se admire a singularidade da sua "alma"

Quinta da VA na Ermida - Turismo de Habitação
Casas tipicas e capela da Ermida




O Concelho de Ilhavo com expressividade urbana e a precisar que os "planos de pormenor" aprovados, sejam fiscalizados.





Painel arruinado na Quinta da VA - Ermida


A Ermida é uma região com potencialidades urbano-paisagisticas excepcionais -- o que incomoda, é verificar que está abandonada "à sorte dos gostos de cada um".