quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Os PR´S da quartas em grande forma

A "antecipação" dos acontecimentos, para vencer estratégias, é uma componente da inteligência, que infelizmente campeia hoje em cérebros pobres e não realiza a "visão", que quando bem feita, abre o futuro para prespectivas de sucesso -- o grande Afonso de Albuquerque, um português de "visão extraordinária" e que deveria ser estudado no exemplo -- visava "impor o imperialismo português em todo o Oceano Indico" e para além disso, tinha ainda ideias revolucionárias sobre o modo como dominar os "povos" na sua area de jurisdição -- hoje alguns portugueses "jogam à macaca"... e chateiam-se, se perdem...

O pequeno introito para o video de fraca qualidade(telemovel) que se pode visionar acima, tem pouco ou nada a vêr com a ambição desmedida de Albuquerque, mas revela um facto que não se perdeu -- aos 78, os portugueses de hoje, ainda transmitem alegria e boa disposição e sempre que podem colocam de lado o jogo da escravidão do "contar pedras" e ser um exemplo abrangente, para dominar o "cinzentismo" que muitos cultivam de forma denodada e ganaciosa.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ao "diabo" não é decretada "prisão domiciliaria", com pulseira electrónica





Crise, … mas que crise, se o “diabo“ se passeia disfarçado com a barriga cheia, livre e sem pulseira electrónica.

A crise internacional, acirrou a crise nacional e com o desaforo instalado, executou-se um plano de “limpeza”, que com alguma repetição sequencial, alcança com denodo descarado “os mesmos de sempre”, deixando intactas todas as mordomias que o topo da pirâmide desavergonhadamente e corporativamente, defende sempre com “unhas e dentes” – Portugal, sendo um País insignificante, possui no ventre um monstro que se reproduz compulsivamente e que expulsa a todos os segundos, “milhões de vermes” disformes, construindo com requintes de malvadez um monstro avassalador de compleição física disforme, desconhecido e que devora o que lhe aparece pela frente, ameaçando abocanhar e transformar em quimo, tudo o que ainda resiste.
A história escrita e desde que existe, relata a força extraordinária que os “gentios” ao longo dos séculos exerceram na “terra”, moldando, construindo, reconstruindo, inventando e progredindo dia a dia, vivendo e morrendo anónimos para que o planeta onde tiveram a sorte de nascer se tornasse para os vindouros no “paraíso” que hoje conhecemos – se nos dias de hoje o “fogo” tivesse de ser diariamente trabalhado para a chama poder fluir e ferver os alimentos, estaríamos na fase da verdadeira camaradagem entre humanos, apesar de ser conhecido que a “guerra” seria o aríete que limitaria os “poderes” instituídos e que naturalmente seriam conflituosos e antagónicos, como o é a própria existência do “bem e do mal” que por mais que se faça não é possível extirpar – nos dias de hoje os “corporativismos” intelectualizados limam as superfícies de tal forma que não existem diferenças, tornando impossível a quem está no patamar inferior, reivindicar ou fazer “guerra” e virar do avesso o que quer que seja.

A policia, não protege os cidadãos, os tribunais são locais que o cidadão comum teme e onde se sente pouco à vontade, porque nota, que quem os dirige, se move por elevadores e corredores de segurança, os hospitais, são locais secretos, lúgubres e taciturnos, onde a morte se confunde com a vida, as escolas, são locais dirigidos por gente distante, os locais de trabalho, são muitas vezes um inferno onde se está, porque existe uma responsabilidade para sobreviver – ironicamente e aparentemente todos estes equipamentos, foram construídas em nome do “povo” que ciclicamente vota em pessoas que deveriam ser, não mandantes sem peias, mas responsáveis por metas com limites ético-profissionais – os políticos, como todos os outros, são uma gente que se reclama sempre, melhor e mais apetrechada que os anteriores e essa classe que foi empurrada para nascer “hoje”, teria sido empalada na frente da aldeia, para prevenir desvarios futuros, se tivesse nascido uns “segundos” antes.

O fogo, a roda a tecnologia e o bem-estar, são bens de todos e no futuro, ou se entende o “sinal” que está à frente dos olhos, ou seremos apanhados na emboscada do “diabo” que por muito que nos custe admitir, anda por aí, disfarçado, à solta e sem controle.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Espanha e Portugal são os pilares indiscutiveis da fortaleza Ibéria


“de nuestros hermanos” nem bons ventos, nem bons casamentos…!!!

Espanha tem negociadores, diplomatas e marketing de excelência, que nunca perdem de vista o “pedaço” que D. Afonso Henriques e por ventura outros bravos, desanexaram da Península Ibérica, infligindo um ferida que ainda hoje não está sarada, embora a infecção esteja definitivamente debelada.

As guerras com Castela, exigindo nova demarcação de fronteiras, demonstraram uma vontade férrea de não acatar vassalagens e um querer inabalável de prosseguir destinos independentes, que dessem continuidade a vontades indómitas e que nunca dobravam no que quer que fosse, ajudando ao longo dos séculos a solidificar as fronteiras dum dos mais velhos estados da velha Europa – Portugal.

CR7 e outros excelentes portugueses, que estiveram sempre “em carteira” e na mira duma aproximação, bem como uma diplomacia sempre negociada e nunca imposta e uma certa maneira “aveludada” de não achincalhar nunca os portugueses, demonstram à evidência que de Espanha podem vir outros ventos e outros casamentos, que ajudem a solidificar a Península, sem se perderem nunca as características próprias de povo, livre, independente e com “peneiras” de progredir nas tecnologias de ponta, consolidando num futuro qualquer, uma emancipação real, que definitivamente resolverá a problemática das “balanças” que se mantêm com défices absurdos e a precisar urgentemente de rectificação.

Aljubarrota tão apregoada, não cabe nos actuais objectivos criados para a Europa e os espanhóis que não desprezam fazer um “negócio” com Portugal no que quer que seja e de que tipo for, devem ser encarados não como inimigos, mas como “compagnons de route”, que se compreendem e desejam amparar, num mundo onde os solitários nacionalistas, remoerão com azedume e crispação, um osso que os esganará, conduzindo-os certamente a um desaparecimento agónico – a centelha portuguesa que anda algures “ perdida em combate” e arredada de fulgores que despertaram no passado “novos mundos”, deverá novamente ser desenterrada dos sótãos fedorentos, florir nas escolas e o pólen mágico, convertido agora em CR9, voltará a voar empurrado pelo vento norte, alcançando com facilidade o mar que nos bate nas costas e nos promete ajudar no que precisarmos.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Campeão é o testemunho de acção, para quem fundou o Iliabum Clube




O Iliabum ainda é a alma de muitos Ilhavenses e isso é uma homenagem ímpar a quem, num dia de grande inspiração o fundou, soldando-o definitivamente à memória histórica de todos os que por lá passaram.

Viva o Iliabum e a direcção que todos os dias interpreta com inteligência e vivacidade as necessidades da juventude, indicando-lhe um caminho correcto, seguro e que produz sementes de qualidade superior – ser campeão para o Iliabum, é o alvo que deseja “prender” os miúdos que andam por aí às dezenas, apontando com determinação uma saída e uma entrada na sociedade que anseia por possuir cidadãos com formação desportiva, com moral, com intelecto equilibrado e onde o apuramento ético, determinará com facilidade o norte magnético, onde deverá estar enterrado o caminho tortuoso de “todas as emancipações”.

O Iliabum e sem margem para dúvida, é o clube que soube interpretar com precisão os anseios da juventude Ilhavense, oferecendo-lhe a possibilidade de terem acesso a meios desportivos, lazer e formação, que em alturas de “verdadeira crise”, foram o oásis onde todos se refugiaram – praticando desporto, jogando bilhar, jogando cartas, lendo na biblioteca Mário Sacramento ou semeando dotes de “machos latinos” nos bailes eternos, que se bamboleiam ainda nos meandros duma imaginação que teima em se manter acesa, o Iliabum Clube foi e será uma recordação que nunca mais se esquece.

A quem nunca passou pelos corredores do velho Iliabum, onde poucos fizeram muito, esforçando-se por manter acesa uma cadeia de solidariedade, não saberão nunca que o Iliabum nasceu na crise da 2ª guerra mundial e foi a segunda casa de muitos cidadãos deste concelho, que por vezes parecem andar alheados do testemunho de velhos fundadores, que continuam vivos e atentos no testemunho que legaram para sempre – respeitar esse testemunho é um dever e dar-lhe continuidade temporal é um sinal de reconhecimento, de que os mais “velhos” sabiam com precisão os caminhos que deveriam ser oferecidos aos jovens.

terça-feira, 9 de junho de 2009

As estratégias politicas não podem ser encabeçadas ao acaso




O plano que virou o feitiço contra o feiticeiro…

O plano era venenoso e desejava colmatar, liquidando aquilo que alguns socialistas consideraram um oportunismo – Sá Carneiro um especialista e um visionário competente, considerou que o PPD que criou, se passaria a chamar PPD/PSD e mais tarde só PS...D inserido na família do Partido Popular Europeu, confundindo deliberadamente e sem subterfúgios o símbolo do PS, que como se sabe pertence à família socialista em Bruxelas.

O PSD com esta reviravolta politica incendiou os velhos socialistas que ambicionavam serem exclusivos no contexto europeu e viram o “miúdo” PSD bater-se naturalmente no plano politico de igual para igual, passando inclusive a ganhar eleições – o sucesso do PSD foi tão fulminante que encheu de raiva e frustração as hostes socialistas que se agarraram ao processo de “ já que não podes vencê-los, junta-te a eles” – e o lema foi tão levado a sério que Sá Carneiro passou a fazer parte do discurso socialista, considerando-o sem nenhuma vergonha um dos deles – depois e ao longo dos tempos e nunca esquecendo a afronta, tentaram riscar do mapa o PSD, avançando com coragem para o afrontamento politico, realizando tudo o que o PSD politicamente preconizava – depois e para encorpar o plano conseguiram que as sondagens eliminassem do espectro do poder o PSD e com isso tentaram confundir os eleitores dizendo-lhes com acções maciças de campanhas permanentes e orquestradas por profissionais contratados sabe-se lá onde, que o PSD não existia e o PS...D eram eles, os socialistas da mãozinha na bandeira – para reforçar o plano delineado, colaram-se a Durão Barroso, que antes tinham considerado um cobarde porque tinha fugido, como também sendo um dos deles e por isso o apoiavam incondicionalmente para o segundo mandato como Presidente da Comissão Europeia.

Com o calor maquiavélico do plano sórdido, esqueceram-se dos militantes do PSD que Sá Carneiro enxertou na raiz do povo e que vivem na província e que não admitem mistificações, por mais prepotentes que sejam e perderam com facilidade a maioria absoluta e as eleições para as Europeias – começam agora e face ao descalabro eleitoral a empurrar as culpas para o povo que não sabe o que quer e que por este andar o melhor é ser proibido de votar, porque não percebe o esforço das deslocações para a direita, deixando engordar a esquerda imprevisível de forma exponencial e se calhar irreversível, que no passado recente catalogaram de fascizante… é obra -- O PS incapaz de resistir ao PCP e ao Bloco incendiou o palco e se não se afasta, ainda acaba "grelhado" em lume brando no confronto com o PSD...

quinta-feira, 28 de maio de 2009



“Viver” no jardim Zoológico seria a felicidade eterna…

O retorno às origens seria uma revisão mental salutar e talvez desse excelso lugar se pudesse esquecer o caos instalado, onde os direitos e as obrigações são uma miragem fatídica e onde cada um “per si”, “rouba” mais do que o outro, aos eternos outros.
Numa situação social catastrófica a “vergonha”, coisa sem história dum passado recente, bóia como uma cortiça num mar de podridão intelectual, provocando um delírio colectivo que normalmente termina em bebedeiras de facilidade de como se pode sair da miséria mais extrema, numa escassa contagem do votos – é fácil, é barato dá milhões e nem sequer é preciso “atestado de inteligência” de coisa nenhuma nem “testamento vital”…

Há dias um macaco ingénuo que reside no ZOO, amigo incondicional e que sabia que a visita não era para lhe pedir votos para o digníssimo directório dos macacos, olhou para os amendoins que sabia serem seus e num gesto de camaradagem entre pares, subiu na gaiola até ao topo e com solenidade irracional, foi lançando com ar matreiro e de quem tem a barriga cheia, um amendoim de cada vez ao ar, que com a perícia de caçador experiente, ficava ao alcance da comunidade que fraternalmente o rodeava…

O macaco do ZOO, bem podia ser um cabeça de lista “fixe”, que não colocaria a “eutanásia” no pacote das prioridades, mas garantiria com certeza a distribuição de amendoins com sagacidade solidária, não deixando por princípio selvagem, que ninguém morresse à mingua…

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Inteligência é o quê...?






Muitos reclamam em berraria ensurdecedora que aqueles que desempenham e produzem em qualidade devem estar no “topo da pirâmide” e isso faz deduzir que os mais “inteligentes” seriam o grupo alvo ao qual o “slogan” se dirige – aos mais “inteligentes” e capazes e se isto fosse aplicado na prática exactamente assim, isto é, desde que o trabalho que desenvolvessem na sua actividade trouxesse resultados e a respectiva expansão, teriam salários e prémios de acordo com o desempenho e seriam obviamente os “chefes executivos superiores” com direitos e mordomias que certamente ninguém de bom senso poderia alguma vez contrariar – se a planificação da economia ou do que quer que fosse, se regesse por princípios de competência, idoneidade e princípios éticos elementares, todos estaríamos de acordo e o mundo viveria descansado e à sombra dos “deuses na terra concebidos sem pecado”, que finalmente tudo resolveriam em prol do “bom e amado povo” que viveria feliz para sempre – o problema é que no meio do "mérito" académico que abre "caminhos" aos "mais inteligentes" e bem, será necessário não excluir para lugares do "cão vadio" a experiência, que como todos sabemos é a estrutura social que nos momentos dificeis aparece para suportar os pesos dos desiquilibrios.

Tem de se ter em conta também, que o núcleo do povo de onde provêm as “inteligências”, estão muitas vezes “disfarçadas" de bufos, de especialidades em expedientes vários, de barateiros, de trapaceiros, de papa-açordas, de lorpas, de papa-jantares, de papa-novenas, de pãozinhos sem sal, de falsificadores, de mentirosos, de cínicos, de invejosos, de vaidosos, de pseudo científicos e muitíssimos sem eira nem beira que tudo fazem passar por figurões brasonados, para não falar de muitas outras categorias “profissionais” como os da “Maria nabiça, que tudo o que vêem cobiçam", ou das que vendem gato por lebre, enganando os patetas que compram e vendem sem “testar material”, etc, etc, etc. – isto é, os tais “inteligentes”, que são milhões envolvidos e atarefados nas poucas oportunidades que lhe dão para sobreviver e por força da sua parca marginalidade, entram na base de dados dos “mal amados” e as leis denodadamente executadas para zurzir neste tipo de desordeiros, que em síntese alimentam 24 horas por dia o sistema, estão de tal modo ensarilhados no novelo da ” justiça cega” que raramente chegam ao topo de coisa nenhuma – mas atenção, quando conseguem chegar a qualquer tipo de “topo”, colocam as armas a trabalhar em pleno, cospem para tudo quanto é lado, puxam da “experiência” e as profissões que lhe serviram de suporte são utilizadas como escavadoras e nada lhes escapa – inventam todo o tipo de sacanices para “ganhar dinheiro para a corda do sino”, fazem explodir com raiva todos os tipos de moralidade e imoralidade, falsificam todo o tipo de bebidas, violam o que lhes dá na gana, abastardam as raízes da carne, transformam o cimento em areia, o ferro em arame, colocam a administração aos papeis, desertificam e abandalham todas a linhas de água para se verem livres da m…. que produzem às toneladas, para não falar da sanha que fazem implementar contra os seus próprios correlegionários, condenando-os sem consciência que se sinta ou veja, aos “quintos dos infernos” onde estarão condenados a apodrecer sem possibilidades de recorrer para coisa nenhuma – esta é e ainda bem, a realidade do “barro” que deu forma aos instintos primários que regem a humanidade - existe em quantidade e para modificar o sistema da qualidade, só destruindo o núcleo do novelo principiando todo o processo da "criação" o que é impossível de fazer – os mais inteligentes e capazes ainda são aqueles que fazem do nada muito, que com a experiência adquirida, desafiam a “selva” e se batem “corpo a corpo” com a certeza de ultrapassar o “cabo das tormentas” e navegar para longe, onde reside o sol que aquece o coração e purifica o espirito.