Portugal entrou ou vai entrar em "morte lenta"…
O “abraço do urso” começou a fazer o seu efeito e o pequenote País que se encontra na periferia da Europa e teve o arrojo de lutar de igual para igual durante séculos contra “adamastores, colonizadores, trafulhas e piratas", está definitivamente a resistir exaurido e se não for “ajudado” cairá desamparado no campo duma batalha fratricida e onde os contendores “se comem literalmente uns aos outros".
O substantivo Portugal significa no dicionário de António de Morais Silva, homem honestíssimo, franco e leal – acrescentaria se fosse permitido adicionar as palavras substantivas de ingénuo, voluntarista e corrupto.
Portugal e os Portugueses devem hoje sentir-se, infelizes, manipulados e tratados como simples cunhas de “planos e orçamentos tóxicos” que sempre visaram atingir metas que não existiam – os conterrâneos ambiciosos e que desonraram a alma e a vida dum povo assinando sempre de cruz para não assumirem responsabilidades, merecem que os portugueses os apontem como eles próprios apontaram o dedo à ditadura – a ditadura cometeu erros, mas nunca hipotecou o País ao desvario de ter dívidas que não podia liquidar até ao último tostão, nem nunca se subalternizou a tácticas geoestratégicas, o que alguns irresponsáveis de hoje frequentemente fazem com risos de subserviência vergonhosa e que realça a absoluta cobardia de que estão imbuídos e decididos a levar até ao fim.
A ditadura “durou” quarenta anos e as diferenças, passados quase os mesmos anos, aí estão para todos conferirem – o ditador deixou no rasto uma economia sustentável, uns tantos analfabetos, uns óculos, uma caneta, um par de botas e uma casa em ruínas -- o alcatrão tentou enterrar tudo, mas não conseguiu e os analfabetos funcionais, as dívidas, a debandada geral e os desempregados sem futuro aí estão aos milhares para testemunharem competências falsas e a precisarem de julgamento urgente...
O “abraço do urso” começou a fazer o seu efeito e o pequenote País que se encontra na periferia da Europa e teve o arrojo de lutar de igual para igual durante séculos contra “adamastores, colonizadores, trafulhas e piratas", está definitivamente a resistir exaurido e se não for “ajudado” cairá desamparado no campo duma batalha fratricida e onde os contendores “se comem literalmente uns aos outros".
O substantivo Portugal significa no dicionário de António de Morais Silva, homem honestíssimo, franco e leal – acrescentaria se fosse permitido adicionar as palavras substantivas de ingénuo, voluntarista e corrupto.
Portugal e os Portugueses devem hoje sentir-se, infelizes, manipulados e tratados como simples cunhas de “planos e orçamentos tóxicos” que sempre visaram atingir metas que não existiam – os conterrâneos ambiciosos e que desonraram a alma e a vida dum povo assinando sempre de cruz para não assumirem responsabilidades, merecem que os portugueses os apontem como eles próprios apontaram o dedo à ditadura – a ditadura cometeu erros, mas nunca hipotecou o País ao desvario de ter dívidas que não podia liquidar até ao último tostão, nem nunca se subalternizou a tácticas geoestratégicas, o que alguns irresponsáveis de hoje frequentemente fazem com risos de subserviência vergonhosa e que realça a absoluta cobardia de que estão imbuídos e decididos a levar até ao fim.
A ditadura “durou” quarenta anos e as diferenças, passados quase os mesmos anos, aí estão para todos conferirem – o ditador deixou no rasto uma economia sustentável, uns tantos analfabetos, uns óculos, uma caneta, um par de botas e uma casa em ruínas -- o alcatrão tentou enterrar tudo, mas não conseguiu e os analfabetos funcionais, as dívidas, a debandada geral e os desempregados sem futuro aí estão aos milhares para testemunharem competências falsas e a precisarem de julgamento urgente...



A medicina é uma ciência para debelar ou atenuar doenças, mas alguns médicos procuram na criatividade e no desafio especializado uma nova fronteira que abre perspectivas para além da mera fronteira química – o cateterismo cardíaco por via arterial é uma tecnologia coadjuvada por equipamentos electrónicos, que está classificada para atingir o coração que de outra maneira seria alvo de experimentação medicamentosa e se calhar e como último recurso de cirurgia agressiva, tem agora à disposição uma técnica que augura resultados verdadeiramente fantásticos – as arritmias cardíacas podem agora ser atenuadas ou erradicadas em definitivo pelo estudo electrofisiológico com ablação por radiofrequência e com esse procedimento de alta especialização médica, os doentes dum momento para o outro podem ver solucionado um mal que quando activo, prejudica gravemente o dia a dia, ocasionando um nervoso miudinho e um mal estar que coloca em perigo o equilíbrio emocional, atirando a boa disposição para a sarjeta.
