terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MARTE o planeta desejado para a transferência


O êxodo do século XXI está em marcha no planeta Terra – o planeta Vermelho Marte é o alvo do novo movimento colonial.

A tecnologia espacial aguçou o apetite da descoberta para além do inimaginável e demonstrando clarividência na vontade de subsistir num mundo descompensado no equilíbrio mental, empurra com convicção “ os melhor preparados” para um mundo diferente e que se deseja melhor construído face ao conhecimento que a Terra permitiu obter a quando da sua colonização por “seres” que evoluiriam da divindade, Pai Filho e Espírito Santo, dalgum plano galáctico de origem secreta, de seres unicelulares, do ácido sulfúrico ou de outra qualquer origem e à qual a ciência ainda não conseguiu monitorizar com minúcia e certeza – um novo presépio espera pelos astronautas e oxalá a história não se repita se algum cataclismo acontecer e as raízes da história ficarem perdidas nalguma pirâmide que impluda sobre o peso do espaço sideral e ao qual não poderá fugir para poder “contar a história verdadeira” – existem hoje meios tecnológicos que asseguram que a transmissão histórica está assegurada.
Os “colonos marcianos” desajustados do segredo molecular e sem as vantagens da adaptação, estagiam algures no segredo dos “deuses”, moldados num perfil de sobrevivência de vida extrema, estarão prontos para o “salto” e não é sem alguma perplexidade que os mortais comuns, se vêm impossibilitados de contribuir para nada do que está em curso visto não terem nenhuma formação nem competência face ao que se desenvolve – restará observar impávidos e curiosidade q.b. o desenrolar dos acontecimentos que para quem está atento, será uma notícia de fractura brutal sem contemplações com o passado ou com eventuais estados de alma e para a qual a consciência nada conta – no futuro, que pode estar a acontecer agora, nada mais será igual e a colonização em curso só pode ter sucesso absoluto se, a vigilância entre quem fica e quem vai, construir altos padrões de exigência moral, intelectual e profissional onde não seja possível alicerçar “poder egoico”, que como na Terra leva ao individualismo feroz e à concorrência selvagem – o desenvolvimento terá de percorrer um traçado de grande exigência e o equilíbrio entre forças deve ser medido com balança de metal nobre, equilibrando sempre que possível desvios subjectivos inerentes à natureza humana – uma coisa será certa, a energia nuclear escapuliu-se pelo buraco do altamente secreto, a escalada espacial está ao alcance de muitos interesses e prolifera já com demasiada facilidade e não será difícil prever uma concorrência desleal e feroz entre “humanos opositores” para colonizar o espaço, que estabilizado na sua transformação estrutural, simples, ingénuo e pacífico nada pode fazer para o evitar – espera-se que uma vez na vida o bom senso humano, controle a ambição da conquista sempre imbuída de poder incontrolável, de lixo tóxico em quantidades astronómicas e forças de mão a mais – a concorrência só é útil quando estruturada com base no interesse universal, porque quando planificada para vencer unilateralmente, passa a ser uma força desajustada passando a fazer parte do problema e não da solução.

Marte, um planeta mítico, espera com serenidade pela diáspora terrestre e com apresentação altiva e senhorial observa expectante o futuro próximo que se desenrola em versão acelerada e com promessas de poder ajudar a alcançar um novo patamar no capítulo da colonização de mundos que existem para além da compreensão humana - todos esperamos que com este êxodo especializado, a Terra, o planeta azul, não seja debochado ao ponto de ser transformado num labirinto carcomido pela podridão.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Wikileaks, as redes sociais e outros quejandos, a nova face da contra-espionagem...?

A Internet, um sistema comunicacional de excelência comprovada, permite antecipar novos “golpes” no capítulo da estrutura social.


Os tempos de desmultiplicação social depois da segunda guerra mundial que nos dias que correm se estão a desmoronar no vazio do espaço, entraram num vórtice imparável e que ninguém sabe onde pode terminar.
Os sistemas operativos que colocam a “vida” nos computadores, estão ao alcance de um qualquer artífice que tenha poder, inteligência, meios, tempo e curiosidade para fazer desabar um sistema universal, revolucionário e que infelizmente como tudo de bom, acaba nas mãos do outro lado da barricada sendo com demasiada frequência utilizado para sabotar os fins a que os criadores lhe destinaram – quando esta fase é ultrapassada e se entra digamos assim no circuito comercial, mentes carregadas de iões negativos, logo espreitam o lucro fácil, não olhando a meios para desviar o caminho do desenvolvimento global. A globalização no que diz respeito ao estado das economias que se interligam como osgas num nevoeiro denso, facilitam e muitas vezes potenciam e até incentivam com intenções predeterminadas, a proliferação de “espiões cibernautas” e batalhões de hackers, que, tudo fazem para satisfazer os amos, sedentos de informação tecnológica de ponta e que os habilite a superar as diferenças abissais entre povos com perfis e ritmos de desenvolvimento muito diferentes. Povos desleais e com ganância assumida por circunstâncias variadas, recorrem com demasiada ambição na procura do controle atómico, porque sabem estar lá o “poder” para serem ouvidos e até poderem transformar-se em sociedades poderosas e que os menos preparados ou avisados, não poderão resistir à chantagem duma megalomania perigosa e demolidora do “sistema” – a informação adjacente e que suporta administrativamente os segredos dos poderosos e que deveriam alicerçar a “alma do negócio”, originou uma corrida imparável e corredores estreitos transformaram-se num ápice num portão que alarga a cada investida de hackers cada vez mais atrevidos e que não desmobilizam perante a aparente capacidade dos antivírus ou fire walls com sofisticação de ponta, numa inetrnet refém da sua própria importância mundial.

A Wikileaks, um plasma cibernauta de localização incerta, comandada por desejos supostamente corajosos e por seres que lhe dão “vida”, apareceram em força dando a conhecer ao mundo uma “diplomacia espiónica” que deveria estar no “segredo dos deuses”, por ser considerada matéria classificada e confidencial, arrancando à picareta o verniz que cobre as unhas que dá a aparência aos humanos do seres racionais e civilizados – é uma vertente que, por coincidência ou não, revela estratégias diplomáticas específicas, que com certeza beneficiarão outros, que, na escuridão para não serem detectados na rusga, espreitam com astúcia a sua oportunidade.

O Planeta Terra, volta ao primeiro patamar da sobrevivência e os caçadores de lança em riste, avançam ameaçando fazer desmoronar um mundo “zombie” e para o qual a maior parte não tem escudos conveniente para se defender da diplomacia onde os soldados invisíveis carregam equipamentos de tal sofisticação que só uma “democracia musculada” pode amortecer, travar e talvez vencer ao colocar o destino nos carris do comboio.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Uma Árvore de Natal com 4 patacas dentro de 4 bolas de sabão.


Parte 4 – "ÁRVORE DAS PATACAS" ...O Natal e o Fim de Ano compreendem finalmente a crise...

O Natal e o Fim de Ano estão no horizonte e os cidadãos deambulam com a cabeça a zunir de sons estranhos, não percebendo com clareza de onde vieram, onde estão e para onde vão. É um zunido absorvente que a cada instante promete aumentar a cadência sonora com sons zumbidos por tambores batidos por punhos enormes que arrancam com o cabo da maceta, estrondosas explosões, que impiedosamente ecoam na serrania envolvente, martelando os ouvidos enlouquecendo os tímpanos, que, por instinto levam a enterrar as unhas na cabeça a apertar a cabeça com mãos dormentes e sincopar o pé em toques ritmados no taco que cobre o sobrado. É um tempo violento que esmaga, que corrói, que dilacera e desfaz as raízes do cheiro ancestral no eco repetido da montanha que se ouve ao longe ameaçando perder-se no labirinto da cordilheira que tenta abraçar o mundo. O arvoredo estremece e verga-se à corrente que desce vertiginosamente para montante, procurando com o esforço impossível, alcançar a fonte da vida que lhe permitirá sublimar os músculos que retesados se agarram denodadamente às raízes, tentando inspirar, sobrevivendo num mundo à deriva e onde o centro pode ser um poço que não tem água para regar ou para beber ou para encher, já que o fundo borbulha com gases tóxicos de cores berrantes e alucinógénias.
O Natal e o Fim de Ano podem estar à beira dum redemoinho que arrasa, que esburaca, empurra e enterra os restos na pedra que se desfaz na força bruta duma torrente benevolente e que se apresenta como a única tábua onde nos podemos agarrar para atravessar o caudal enfurecido, que desce loucamente da montanha desabando no mar medroso, que atento aos acontecimentos, se esconde na esteira escura do sol, que preventivamente desaparece das vistas num horizonte ondulante que ameaça desanexar o planeta em equilíbrio, fazendo renascer um outro Natal e um outro Ano Novo, liberto, feliz e com ares de menino que acaba de acordar para a vida mas que não entende a linguagem que transvazou do outro mundo – como num sonho, a vista alcança a evolução que sobe no arco ires refulgente de matizes quentes, rebolando preguiçosamente no ar envolto em bolhas de sabão especial que ora cintilam, ora se apagam, ora explodem nos raios dum Sol envolvente, amistoso e pronto a glorificar a herança dum paraíso nu e abastardado de dons… o Natal acabrunhado, que voga rumo aos espaço sideral fica a perder de vista e o Ano Novo Ano aturdido pela barulheira e pelo imprevisto do nascimento, despe a roupagem festiva e com ar sério, depois de ter constatado o logro, congela liquefazendo-se de seguida numa goteira incessante – uma sombra com cauda brilhante, eleva-se lentamente, pairando com leveza e a cabeça do ano novo (morto) é sugada para a cauda do cometa, que vertiginosamente desaparece no espaço enigmático que deleitadamente o absorve, tornando-o invisível.

O Ano Novo morreu antes de nascer, porque finalmente percebeu que não podia contribuir para uma festa onde os “santos” executam festanças loucas e depois se digladiam como feras, suicidando-se…
Parte 3 – Portugal gastou milhões na construção de estádios e o retorno ficou-se pelo Euro 2004, que foi um desastre financeiro

Perdemos a candidatura ao mundial de 2018 em favor da Rússia virada do avesso e com esse facto, Portugal perdeu a oportunidade de reaver uma parte do investimento em campos de futebol construídos para o Euro 2004.
A aposta na candidatura a meias com Espanha, apresentava-se ferida de morte, quando é reconhecido o estado deplorável em que a economia Peninsular se encontra, debatendo-se com estertores aflitivos duma morte anunciada.
A FIFA que para além do futebol gere um manancial financeiro estrondoso, não descorou o trabalho de casa e de entre os países apresentados a concurso, mais não fez do que escolher o óbvio. A Rússia que é um colosso em termos de alavancamento económico, mantendo pela trela um Europa que desaparece se lhe cortarem a torneira do petróleo e do gás, seria para os mais avisados um concorrente fatal – a FIFA aposta sempre em quem tem dinheiro, muito dinheiro e Portugal e Espanha e de certo modo também a Inglaterra que estão a braços com nados mortos por todo o lado, não tinham qualquer hipótese de enfrentar um colosso europeu mesmo sendo oriundo dum estado gigante e onde a política amarrou os ímpetos.
A política, com a derrota estampada na estupefacção dos rostos do regime, foi uma oportunidade perdida porque precisava para elevar o ego duma vitória como de pão para a boca, porque aí residiria a virtude de poder continuar a balouçar ao vento a bandeira do TGV que lhe daria o álibi de sustentar que os espanhóis e outros entrariam aos milhões para assistir aos jogos e com essa “invasão” o comboio pagar-se-ia a si próprio – Portugal nem pelo lado do futebol ganha alguma coisa, a desgraça é absoluta.
Parte 2 – O Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, refém do cerco dos “favelados”

Outro facto, bem relevante é o facto do Brasil ter finalmente assumido o papel de guardião dos interesses dos brasileiros, colocando em acção no terreno forças de combate prontas a fazerem uma limpeza nas favelas que envolvem como uma teia o Rio de Janeiro, tornando a “cidade maravilhosa” numa das mais perigosas do mundo. Todos viram com agradável surpresa os carros blindados, os soldados equipados até aos dentes e todos com satisfação incontida notaram que os “bandidos” como ratos fugiam desorientadamente pelo labirinto dos morros abaixo, procurando sair da pressão e alcançar outros esconderijos que lhes substituíssem a protecção que o complexo da favela do Alemão, do Vidigal, de Santa Cruz e certamente também o baluarte inexpugnável da Rocinha que alcança o átrio da bela Ipanema ou mesmo da inigualável Copa Cabana, lhe ofereciam em tempos de vacas gordas – incrédulos os cariocas, na azáfama conturbada do dia a dia, assistiram atónitos à expulsão dos traficantes dos seus feudos e em alegria retraída procuraram perceber um resultado que se fosse consistente lhes devolveria novamente a liberdade e a vontade de contribuir de outra forma para o engrandecimento dum País fantástico e com possibilidade de crescer – a polícia e as forças armadas conquistaram espaços que estavam fora da sua jurisdição territorial e finalmente estão paulatinamente a refazer os espaços que estavam reféns de forças inimigas e que ameaçavam e ainda ameaçam desconjuntar pela acção terrorista da guerrilha urbana, um tecido social pacífico e que a única coisa que exige é viver em paz consigo e com os outros.
Sabemos todos que “só os peixes doentes, moribundos ou mortos descem a corrente – os saudáveis, esses denodadamente labutam contra a corrente, tentando beber na fonte” – O Brasil, um colosso, quase meio Continente e com perspectivas de poder sair do marasmo e tornar-se num verdadeiro “emergente”, continua espartilhado no desenvolvimento pelas quadrilhas organizadas que traficam, chantageiam, assassinam “por dá cá aquela palha” ou roubam, liquidando um qualquer humano que se delicie nas areias douradas e que se estendem a perder de vista. O Brasil é um exemplo de como os cidadãos devem ser protegidos das pestes que abundam e cercam em crescendo os círculos sociais, limitando-lhe o espaço disponível e tornando-lhe a vida num verdadeiro inferno.

Parte 1 – Ílhavo revive o nascimento dum novo hospital

Ílhavo tem novamente um Hospital, cuja inauguração ocorreu no dia 13 de Novembro de 2010 pela Ministra da Saúde, Presidente da Câmara e respectivo Provedor – o fundamento discursivo assentou no investimento social e no facto do Governo estar apostado e muito interessado em alargar a rede Nacional de Cuidados Continuados, distribuindo em tempos de “banca rota” alguns incentivos para que se expanda no território nacional. Era bom que assim fosse, era bom que o cidadão estivesse no cerne da questiúncula da saúde, mas reconhecendo antecedentes de ilusão permanente, o estado em palco, que se auto intitula com presunção exagerada de totalmente social, se calhar vai passar a perna à Misericórdia e endossar-lhe problemas fatais e aos quais esta Associação de índole puramente solidária e com direcções administrativas “carolas”, não profissionais, não poderão responder por falta de meios, fazendo desequilibrar um estatuto de verdadeira utilidade pública com centenas de anos de serviços prestados à comunidade.
Espera-se com sinceridade que nada seja assim e que o governo como pessoa de bem que tem obrigatoriamente de ser, assuma as suas responsabilidades e responda com responsabilidade e ética aos compromissos que desembainhou para aligeirar as enormes responsabilidades que “enterram” a cada minuto que passa o SNS. Não falhando a previsão e com o álibi de espalhar um rede de cuidados continuados, não vá o Governo de Portugal cavar a cova que enterrará a Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, onde muitos “enterraram” ideias filantrópicas lúcidas no que diz respeito à solidariedade social na qual esteve empenhada durante dezenas de anos.

Uma palavra para a Mesa Administrativa que para além de ter uma responsabilidade que se baseia na carolice e amadorismo absoluto dos seus membros, que tudo fazem para servir os ideais da solidariedade instituídos, não escorregue nas enormes responsabilidades contraídas e deslize para um parapeito perigoso de não poder, não saber responder, ou mesmo aligeirar a capacidade empresarial, o que será improrrogável já que o novo activo caucionado, alterou para sempre o estatuto assistencial de certo modo fácil de coordenar e sustentado na “fatia de leão” pelos impostos de todos – à Mesa que vier a ser eleita, pede-se “cabeça fria”, um coração de leão e músculos de aço para aguentar o “mar alto” que aí vem.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um pantomineiro, mais um...

Um pantomineiro que conta histórias repetidas e sem sentido, deve assumir duma vez por todas, as suas responsabilidades

Os políticos de turno e depois de aprovado o Orçamento para 2011 descobriram que finalmente vai ser dada prioridade ao estudo dum plano económico para “salvar o País” – o sr. 1º Ministro com um ar de experiência repetida até à exaustão e com ares de professor jubilado, confirma sem hesitar um segundo que agora é que a prioridade de reduzir a dívida, diminuir o desemprego e lançar um plano salvador para a economia, vai ser desencadeado a todo o vapor, confirmando com os olhos mortiços que desta vez nada falhará – este sr. 1º Ministro é um verdadeiro “artista” e se não estivéssemos todos a chorar, o “diz-me dessas e conta-me doutras” até poderia ser para rir a bandeiras despregadas, mas a realidade que os portugueses equacionam com lucidez é um desfiar incontável de desgraças que podem destruir o “ sonho de ser português”.
Depois de estoirar milhões à “tripa forra”pedindo emprestado como um artista cego para exercer o “dever Patriótico” de construir como se estivesse inscrito no clube dos mais poderosos e dos que hipocritamente nunca põem abaixo os genuínos interesses de Portugal, torna-se inacreditável que queira fazer crer agora, ter “bebido” da “fonte limpa” – a pantomina é uma arte que conta historias para enganar, mas por detrás da máscara está alguém com classe teatral e que no final do espectáculo é agraciado com uma ovação de pôr os cabelos em pé ao mais corajoso – esta pantomina do 1º Ministro dando o dito por não dito, encenando o arrazoado debaixo duma ribalta onde as luzes estão colocadas para esconder o truque é um intrujice lastimável e que não poderá ter perdão, nem que o substituto possa vir a ser um simples agente humano inexperiente.

Sabemos todos, que sem alteração do paradigma global onde as economias se misturam com todo o tipo de habilidosos que se adaptam a tudo, tendo até uma delegação Asiática estado em trabalho no Douro profundo para tentar a experiência de “copiar” vinho do Porto, o que fez concluir que só o “Porto a martelo” poderia ter viabilidade, não existe esperança de que “os lobos” não direccionem a alcateia para os despojos que estão infelizmente “à mão de semear” – Portugal só com muito engenho, arte e empenho patriótico, poderá desatolar o País do atoleiro onde “individualidade pardas” que sabiam serem incompetentes para o cargo, resolveram num impulso egoico absolutamente estúpido, experimentar administrar uma preciosidade como é a Nação Portuguesa – os artistas que não sabem do ofício, porque não trabalham com produtividade, caiem com frequência no precipício.