segunda-feira, 8 de agosto de 2011

AA+ significa o quê?






O AA+ da Moody´s é um sintoma extremo de que os petrodólares do Tio Sam não valerão num futuro próximo mais do que papel pardo e isso explicará ao mundo que qualquer aprendiz de alquimista sobrevive razoavelmente em mundos de logro e fantasia…

A crise é avassaladora e imprevisível nos furacões que vai criar por todo o lado, mas todos sabemos que depois da tormenta aparece a bonança que pode abrir uma nesga na imensidão da esperança, repensando a vida, reclassificando os bairros de lata e as imensas lixeiras que se distendidas cobririam o planeta de lixo…

Os Estados Unidos uma terra de esperança e sonho aparece hoje aos olhos do mundo como um bluff – um mito que se continuar no caminho de “fabricar” dólares para se financiar vai desembocar num mar de lama envolta em óleo e de onde dificilmente sairá com economia e saúde financeira – a sustentabilidade dos orçamentos são coisa do passado e a “engenharia” assumiu o poder, desenhando na areia letras AAA que significam por artificialidade um conto “el dorado” esmiuçado no vento que ainda sopra dum médio oriente atolado em petróleo e que os Americanos precisam para respirar e sobreviver mais um pouquito - a América como potência é insubstituível no plano estratégico e sem ela todos ficaremos mais frágeis no confronto com forças de cariz autoritário e que fazem da sua maneira de estar um trunfo para dominar as vontades que a democracia fez renascer...

O Corno de África, com as guerras de cérebros falidos, a falta de água e a inexistência de soluções para ajudar as populações famintas, obriga a que as mães abandonem para morrer os filhos que certamente serão alimento para abutres, está transformado numa gigantesca lixeira a céu aberto, expondo com demasiada crueza campos de concentração, que explicam com demasiada minúcia a incompetência humana na gestão dos recursos que o planeta ainda vai gratuitamente oferecendo – os Nazis se confrontados com a barbárie que cobre hoje quase todos os cantos do planeta teriam o pequeno prazer de saberem que os ditadores de hoje depositam para morrer diariamente milhões de populações indefesas nas garras da pequena doença e da fome, que em contraponto com o holocausto da segunda grande guerra lhes daria um bónus numérico favorável e isso é imperdoável para as elites que controlam os sistemas…

Um Norueguês jovem de forma aparentemente inexplicável rebenta com o centro de Oslo, utilizando um fertilizante explosivo o cloreto de potássio e não satisfeito com o resultado pratica tiro ao alvo e assassina dezenas de jovens que estavam à hora certa num local errado – parece que para este “animal” pensante a Noruega como qualquer outro País são pertença absoluta de quem quer que seja e outros povos não são dignos de pisar “o chão sagrado” que a colonização das descobertas propiciaram em tempos idos…



Londres está a "ferro e fogo"e multidões de jovens atacam com ferocidade irracional o tecido social, incendiando edificios, saqueando o que podem, provocando o pânico na população indefesa e que não têm como se proteger. Outras cidades estão a sofrer o "efeito dominó" e parece que a "ordem" é destruir, roubar o mais possível e provocar o medo na população, impondo pelo terror um multi culturalismo racial que a ambição de ganhar muito pagando o mínimo, fez crescer sem qualquer planeamento racional - o mundo sem trabalho e sem abrir perspectivas para os jovens enfrenta uma "onda gigantesca" que parece engrossar a cada momento que passa, ameaçando desfazer em pó um castelo que não foi construído para este tipo de violência oportunista.

O mundo não estará ainda totalmente louco, mas que caminha a passos largos para mais um holocausto, não oferece grandes duvidas mesmo para os cépticos profissionais cuja miopia os torna imunes às promessas da “retoma” que sabem serem a última grande aldrabice, para uma população cada vez mais fácil de enganar…

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Sonho da Europa Unida, pode morrer...




Konrade, Delors e outros não merecem que, jagunços financeiros lhes destruam um “caminho de sonho”…

Nos tempos do “comunismo acirrado” muitos previram uma viragem – o capitalismo colapsaria e a previsão de Marx murcharia face aos resultados duma ideologia aparentemente baseada no mito de que o Estado supervisionaria todas as necessidades – dum lado e do outro foram meticulosamente elaborados “ contos do vigário” que se tornaram em símbolos absolutos da ambição desmedida que inflecte o homem na direcção do enriquecimento pessoal e que de forma real lhe garante “ poder absoluto perante todos” – resta como baluarte do fiel da balança o fim físico de todos os seres vivos, que quando “partem”, partem limpos e com o único resíduo que ainda lhes resta, o cadáver que em curto espaço de tempo se auto devora e se confunde com a terra que o cerca.
Por mais que invente, por mais que se assanhe na obtenção de “poder”, o homem estará um dia que ele nunca poderá prever com precisão, inexoravelmente confinado ao seu canto, carregando o martírio da sua incapacidade perante os “abutres” que o cercam por vezes com o desprezo estampado no olhar cobiçoso e com paciência (des) controlada se vão preparando para usufruir dos benefícios que a herança lhe permite antecipar.
A América, os Estados Unidos, a USA ou a Terra do Tio Sam, labutam hoje num mar de dívida colossal e tudo o que conseguiram parece ter sido á custa de muitos milhões de dólares pedidos à China (vejam só), do petróleo, do ouro e do trabalho brutal de milhões de deserdados que ali acorreram para obterem uma melhoria nas suas vidas – alguns destes pioneiros, além dum esforço físico inumano, ofereceram massa cinzenta de alta qualidade que ofereceu em bandeja de ouro uma partida antecipada para a procura duma tecnologia de ponta, onde pontua a fidelização mundial através das exportações – quase todo o mundo está dependente da inovação tecnológica e a Europa salvo a Alemanha, França, Inglaterra e Itália com a esperança de tarde demais terem pensado numa reunificação (Federação), todos os dias são vergastados por um poderio “económico selvagem” que não olha a meios para emboscar o € tentando a todo o custo tornar o sonho de Konrade Adenauer num saco de “batatas podres” – a obra de arte que é a reconstrução Europeia, todos os dia é “bombardeada” com armadilhas, enredos e boatos e não fora os tempos que correm, o motivo para desencadear uma ameaça violenta estaria à vista – o colossal “poder” de alguns nos Estados Unidos faz pensar que a “guerra” vai até às últimas consequências… a Europa do € é um inimigo vital para os interesses dos Estados Unidos no mundo e isso é um factor determinante na luta de gigantes que nos bastidores se desenrola a todo o momento.

Todos sabemos que o “ saco de batatas” a que se alude, está abarrotado de políticos pouco ou nada convincentes e muitos deles sem perceberem colocam-se ingenuamente ao lado “dos lobos” que sem piedade lhes devora o sonho duma Europa Unida que não sentem nem sabem como enfrentar e executar – todos esperamos que a Alemanha/França percebam que tem neste momento, sem guerra, nas mãos uma Europa exaurida e que anseia desesperadamente por um qualquer Ministro das Finanças Federativo com residência e gabinete em Bruxelas – a Europa não tem neste momento nenhuma reserva anímica que lhe sirva para entrar numa guerra e se por ventura a tivesse para além de milhões de mortes a Europa seria mais uma vez destruída e aniquilada sendo depois disso, facilmente “ocupada” – por outro lado e perdendo de vista por momentos o perigo da guerra económica global, a Europa e senão travar o colapso social que se adivinha, estará à mercê duma guerra que bem poderia ser civil e fratricida – todos esperamos que se descubra o caminho de sonho para a Europa que a transforme numa potência capaz de regular o desvario “capitalista”, colocando nos eixos o cariz da humanidade social.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Um pequeníssimo paraíso, comanda o destino de milhões...

Uma folha solitária que se desprendeu e voga de mansinho no leito do rio ao sabor da corrente, não serve como exemplo para quem está amarrado à subsistência básica.

Os “ses” adensam o mistério e as nações procuram aflitas caminhos que lhe abram perspectivas para sair das diversas crises que lhe atormentam o sono – a crise social, a crise económica, a crise de valores, a crise das religiões e muitas outras estão refasteladas nos sofás construídos pelas “vacas gordas” e atentas esperam o sinal para desencadear o terror…o mundo está enredado numa teia e por mais que as gentes busquem uma saída para campo aberto a ilusão dos sentidos leva-as novamente ao principio o que pode levar à desorientação e muitos estão exaustos na loucura de correr sem sentido para buscar uma única solução – dar de comer à família – a família que é neste momento a principal almofada e a garantia de que o pânico só vai entrar em acção mais tarde, está desatinada e as reservas que juntaram ao longo de anos de trabalho podem estar à beira do esgotamento – Boaventura Sousa Santos estuda estes fenómenos e parece querer dizer nos relatórios sociais que vai entregando aqui e ali, que estamos à beira da catástrofe, porque a tal “almofada” está gasta e pode não servir de amortecedor para as gerações com vida longa e sem trabalho – a auto sustentação familiar com residência no amanho da “terra” parece ser um solução que não dá garantias de sustentabilidade na qualidade de vida e até pode oferecer uma vida insuportável de trabalho onde o Sol mais uma vez domina o suor sangue e lágrimas por “uma côdea, uma azeitona e um rabo de sardinha”.
O capitalismo está fundado no trabalho no consumo e no lucro e perante a falência do sistema, que não resulta na garantia da distribuição financeira por falta de sustentabilidade, parece existir um encravamento no gatilho que pode não dar uma segunda oportunidade – espera-se que os optimistas vençam os sépticos…

Olhar uma folha que se desprendeu e voga no leito mansinho para um destino de sorte, talvez não seja o que devamos procurar – o mundo é muito grande e complexo e nem todos podem percorrer caminhos de ócio e aventura com uma arquitectura à sorte, acidental e sem tino – por isso construir o nosso próprio mundo que está perto e sempre à mão, é um destino certo que fará com que dependamos dum vértice amigo escorado num travamento justo para um certo tipo de vida desligada do “grande mundo virtual”, que permanentemente nos dá deveres e nos alicia com ilusões para enganar os sentidos…

quinta-feira, 16 de junho de 2011

"Mântuas e Andeiros" multiplicam-se à velocidade das batérias mais perigosas...

Futuros magistrados “copiaram” por cábulas ou uns pelos outros, já que existem testes gémeos inclusive nas respostas erradas para alcançar o “el dorado” da magistratura, que como todos sabemos se reclama de ser um dos "pilares" em que, a DEMOCRACIA assenta. Os Estudos Judiciários perante a irregularidade, resolveram o problema atribuindo 10 valores a todos os prevaricadores no topo da hierarquia política e por essa via “ lavaram as mãos” promovendo com louvor uma actuação no mínimo indecente e inexplicável - parece que perante o escândalo que não ficou escondido, o exame vai-se repetir.
Portugal continua a percorrer caminhos de incompetência generalizada e com certeza não falhará uma implosão que fatalmente colocará o sistema social em estado de sítio – parece que todos os “sábios” em consonância estranhíssima, se propõem desmantelar o tecido social que está criado e durou anos a cimentar – a democracia parece ser o meio privilegiado para se atingirem tais fins e com oportunismo desavergonhado tal barafunda parece ser o meio ideal para se atingir um fim que só pode ter um plano secreto e excepcionalmente bem gizado
Os “Conde Andeiros e as Duquesas de Mântua” multiplicaram-se como bactérias perigosas e hoje são poucos os que se safam de não o ser…uma vacina precisa-se.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

SÓCRATES sugado pelo TGV e arrastado para longe...






A “força do Povo” reside no voto e os “políticos incompetentes” que se cuidem…

O Povo tem nas suas mãos o destino de Portugal desde que os políticos em cena representem uma possibilidade de escolha política.
Em 5 de Junho de 2011, como noutras datas o Povo escolheu com a sapiência de outras vezes, desenhando o que estava ao seu alcance para dar uma nova orientação política ao executivo que se segue para governar Portugal – megalomania, incompetência, mentira, ilusionismo, um arrojo suicida na dívida soberana e uma incompetência total no desmantelar dum equilíbrio na estabilidade empresarial que alcança num número de desempregados nunca visto – é evidente que houve uma crise tentacular que também atingiu a estrutura económica, mas a globalização que enreda os chamados “países ricos” já estava no terreno à muito e Sócrates nunca percebeu que “o trabalho de casa” nunca tinha sido encarado de frente – Sócrates preferiu “jogar” ao Monopólio e com uma insanidade que dói colocou o País à beira da banca rota, arrasando a credibilidade internacional que Portugal e apesar da sua fragilidade económica sempre teve - a troica da UE, do FMI e do BE ofereceram o avale em dinheiro vivo para que Portgal possa soberviver - vamos vêr se sobrevive, todos esperamos que sim.
Passos Coelho, um político que não deu ainda provas na governação, mas que revela sagacidade eleitoral, pois ganhou sem problemas a um Sócrates à beira do suicídio político, tem pela frente um quebra cabeças que se não tiver uma solução abrirá uma nova perda de independência que levará Portugal a mais um interregno e outros, terão a sua fatia como Napoleão Bonaparte tanto desejou e só a fuga dos políticos para o Brasil evitou – Sócrates e apesar da fragilidade profissional que o caracterizou profundamente na governação, enfrentou estas eleições jogando mais uma vez tudo e não teve pejo em utilizar esquemas como o medo, a insegurança, a falta de preparação do oponente e o bluff da torpe mentira, atribuindo intenções radicais de desmantelamento do estado social que só é visionado por uma mente retalhada de ignorância e ganância política -o SNS que é em Portugal dos melhores do mundo tem pés de barro porque o sistema não o aguenta tal como está desenhado e a isso os socialitas continuam a afiançar que não pode ser modificado por outros que não eles - é bom que o novo PS saiba aceitar o inevitável e aceite alterar o que é insustentável para que o equilibrio não se perca - sufocando cada vez mais os mesmos para sustentar um sistema ao qual todos recorrem é um erro crasso e por mais "populista" que a via ambicione alcançar, mais tarde ou mais cedo alguma coisa tem de mudar - Passos Coelho se não for um bluff igual a Sócrates, tem a obrigação de arranjar uma equipa que salve Portugal demonstrando que a direita afinal é uma esquerda com acabeça bem colocada em cima dos ombros.
Os que, como Pilatos, aos costumes disseram nada esperando passar incólumes nesta derrota, bem podem esperar pela resposta já que o PPD/PSD não “desapareceu do mapa” e parece estar decidido a ser no cenário político uma alternância real e com quem todos devemos contar – o partido que Sá Carneiro fundou aguentou estoicamente a ofensiva fratricida de Sócrates, que deu ao mundo um triste espectáculo de ignorância táctica, incompetência, impreparação intelectual e fragilidade política – Sócrates apoiado incondicionalmente pelos “falcões” na luta para deslocar politicamente o PS D do seu “espaço”, comportou-se como um “Kamicaze”, que não tendo nada a perder se despenha carregado de bombas sobre um qualquer alvo sem importância – perdeu em toda a linha e isso só foi possível, porque Sócrates e os que manhosamente o ladeavam e o orientavam na sombra para atingir o alvo, sabiam que a missão de que fora incumbido poderia resultar… não resultou e o verdadeiro PS que se cuide, porque terá de encontrar um caminho novo nestes próximos 4 anos e isso deixa sempre marcas nas hostes que se dizem “laicas até à morte”…

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Strauss-Kahn não resistiu à inevitabilidade do "apetite primário" e a Europa afundou-se mais um pouco




O Capitalismo precisa de “ negócio fácil” para prosperar – faltando-lhe esse “meio” adoece, entra em depressão profunda dum dia para o outro, transformando num ápice o riso em esgar azedo, a esperança em raiva e a discussão verbal muta com a velocidade da faísca para a guerra civil, arrastando os incautos mais uma vez para a produção de “um negócio lucrativo”.
In extremis, qualquer tipo de guerra, salva o capitalismo que estando moribundo e incapaz de encontrar soluções para prosperar, começa por desenhar um cenário onde se realcem os instintos primários que todos temos camuflados no interior do subconsciente – basta que dois espectadores se levantem e batam palmas, para que a plateia entre em delírio colectivo, basta um tiro para colocar em pé de guerra uma população inteira…
Não é por acaso que condutas sociais de grande significado tenham desaparecido, para dar lugar novamente ao “ discurso da banha de cobra” reinventando um elixir extremo, remédio miraculoso e que resolve os casos fáceis e difíceis com a mesmo prontidão e resultado que os centros de investigação científica. O capitalismo quando se instala na mente com agressividade ilimitada, sem traves mestras que o regulem e que garantam a sua eficácia no leito, pode transformar-se no desabar duma geração e na descrença dum sistema cujo factor comercial foi ou é “ vender gato por lebre”.

Strauss-Kahn que não resistiu aos ímpetos incontroláveis dum ajuste automático no vórtice sexual será por ventura um paradigma da volatilidade do ser humano, que e à falta de possibilidade de conversão anatómica, ainda não sabe como transformar um orgasmo a dois, numa sensação individualizada dentro da massa cerebral, conseguindo por essa via eliminar a barbaridade duma agressão instintiva onde o macho estouvado manieta a fêmea com força descomunal e a rega de sémen vivo – o sinal capitalista que leva Strauss a procurar todos os meios para se salvar da prisão, será uma bandeira para os que acreditam que com uns milhões a mais ou a menos tudo é possível… deste e de outros “capitalismos” todos começamos a estar fartos e não será necessário no futuro que as fortunas individualizadas e sem nexo se acumulem a esmo como se de “palha para dar aos burros” se tratasse… quem produz deve ganhar a “parte de leão”, mas o bicho, não deve ficar impossibilitado de se reproduzir porque senão, acabam os leões……o capitalismo será como a democracia, afinal não existem melhores, o que têm de ter são regras de regulação implacáveis...

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os "seals" foram bem sucedidos, ou falharam?




Ussama ben Laden, morto?

Um ataque da tropa de intervenção dos USA, descobriu o esconderijo de ben Laden e determinados os Americanos destruiram o homem que a CIA procurava alcançar “vivo ou morto”. Muito se dirá sobre o cadáver que foi atirado ao Mar Báltico de acordo com a tradição islâmica, mas uma coisa será certa – mataram Ussama quando o poderiam ter aprisionado para interrogatório, descobrindo elos da rede espalhada pelo mundo e que certamente este homem conheceria – todos pensamos que os Americanos não seriam ingénuos ao ponto de num simples instinto guerreiro e perante uma mansão aparentemente habitada por um número reduzido de pessoas, desatassem aos tiros fazendo desaparecer uma testemunha crucial e que serviria à medida para descodificar uma rede terrorista que apesar de ter perdido uma "cabeça", outras se perfilarão para continuar a saga de descobrir o caminho do seu império – uma tropa especial (seals) nunca faria tal disparate estratégico que comprometeria o futuro do mundo, apesar de se reconhecer o meio hostil onde se desenrolou a acção e onde a pressão para actuar em força e depressa determinassem o desenrolar de toda a operação.
Os Americanos noutro momento da história recente, assumem o papel de guarda chuva mundial onde muitos se acolhem e onde muitos esperam encontrar hipocritamente uma protecção vital sem se imiscuírem, apesar de se saber que os meios bélicos utilizadas na “caça ao homem” tenham uma componente fortemente pessoal e caseira – por razões muito variadas os Estados Unidos lideram uma certa linha de “justiça” que procura impor a democracia, um veneno, que muitos não toleram por saberem que tal estatuto, apagaria da história, tradições religiosas colocadas ao serviço duma revolução que tem por centro nuclear a ditadura da “guerra” sem quartel contra os “infiéis”.

OXALÁ os Estados Unidos, protegendo-se, continuem a albergar no seu guarda-chuva, Países que sem o seu auxilio estariam à beira de catástrofes inimagináveis – basta pensar que se não fosse a enorme armação de defesa contra ataques terroristas colocadas no activo em sectores essenciais para a sobrevivência humana, o mundo estaria em pouco tempo liquidado – como ex -combatente, sei que basta um tiro para colocar em pé de guerra uma quantidade de gente que obviamente não tem atributos bélicos nem formação de base para se defender – um pequeno grupo coloca facilmente em estado de sítio a pacatez social e com rapidez desarma o equilíbrio socio-económico, demolindo num instante todo um esforço de consolidação social de centenas de anos.
Linhas de pensamento que procuram pela força encontrar um modelo social, destruindo inocentes, são acções que só podem ter a antipatia dos Americanos que mais uma vez, defendendo-se, defendem todos os que se abrigam no seu abraço largo e de certo modo amigo, dando a saber que alguém com poder dum verdadeiro Deus, zela por nós - acrescentaria um pedido a João Paulo ll, Beato por coincidência desde ontem, que interceda e se alie junto de quem "pode" para um reforço na ajuda a um mundo à deriva e temeroso do colapso social que está à beira da porta...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Incompetentes saídos de empresa falida, são uma "praga de gafanhotos"

Sem Justiça que ofusque, um qualquer, com vício de empresa falida, pode levar um País à banca rota e um inexperiente mas sem rabo-de-palha, pode, se for honrado e inteligente, rodear-se de cidadãos competentes e alcançar o redemoinho que empurrará o centro do furacão para a cadeia.

Trinta e um de boca, galdérias, estroinas e incompetentes…esquematizam as pedras de um dominó viciado no obscurantismo da criatividade intelectual e desgraçadamente quem desenha as pedras toscas, cada vez mais redondas e feias, somos todos nós – o voto dos que votam activam o sistema e sendo assim, não temos que nos queixar, até porque não temos a quem…

A maior parte, senão todos, utilizamos “a má-língua” que alimenta o ego e desbaratamos expressões populares que traduzem mal dizer no mais apertado dos significados e isso é a mais clara das posições das moles humanas que se embebedam de felicidade quando devassam em esmiuçados colóquios de esquina as suspeitas formas das existências.
Os treinadores de bancada, de café, dos bancos qualquer que seja, dos mercados do peixe e brócolos, dos barbeiros, dos grupos com tecnologia corporativa na língua, todos juntos ou em separado, cultivam com perfídia sustentabilidade o figurino exacto de quem são os estroinas, as galdérias, os falsos moralistas e todos os que afirmam saber “ quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vem”, ou da dedução sempre criativa de saber explicar o sexo do dinheiro, um é fêmea outro macho, ou ainda aqueles que olham para os rebentos como se tivessem direito a tudo e os outros direitos a nada, ou dos que não vêm uma trave nos seus olhos, mas apontam aos outros os defeitos que nunca notarão na sua conduta que é inexplicavelmente virgem, exemplar, rigorosa e “morra aqui já se não é verdade”.
A sociedade rodopia acelerada à volta do diz-se, diz-se, dos enredos, das vaidades, das mentiras, das frustrações, das invejas, dos ciúmes, das raivas, dos ódios, dos complexos e dos medos, inventando por vezes “ boatos” tão elaborados que sustentam com convicção que de facto “não existe fumo sem fogo” – é verdade que, quem descaradamente se envolve em invólucros provocantes que desafiam a imaginação pode estar à procura de algo, é verdade que quem se rodeia de bens em profusão exagerada, pode deixar pensar que a solução possa não estar na honestidade e também é verdade que quem se rodeia duma piedade falsa pode estar a camuflar perturbações invejosas do bem alheio, ou ainda podem arriscar vir a tornar-se vítima duma qualquer doença do chamado foro psicológico e que pode levar o crente a ficar preso na sua própria teia de falsidade mental e da qual não se poderá escapulir e da qual outros morbidamente se aproveitarão – é a vida dirão alguns.

Todos juntos ou separados formamos “a montanha” de gente que habita o planeta e que nasce pronta “a engolir o próximo”, daí que a curta existência seja um facto indesmentível de que quem “não quer ser lobo não lhe vista a pele” – as guerras tribais que determinavam quem comandava no passado, viraram em “sacos de inveja” e hoje mais do que nunca, alguém tem de dar o “grito” - é demais o que está a contecer aos pobres dos portugueses…

terça-feira, 12 de abril de 2011

Pedir a "estrangeiros" que admnistrem, é reconhecer uma incompetência que pede " JUSTIÇA"

Finalmente os “técnicos europeus que controlam os desvarios da incompetência, chegaram ao velho Portugal, farto de ver, ouvir, cheirar e apalpar os “altos e baixos” duma promessa de administração que na origem se diz “ capaz” e depois se descobre ser um bluff monumental – um homem, uma figura, uma promessa e um cargo quando legitimado pela democracia pode transformar-se num agente maquiavélico que pode destruir a credibilidade dum estado que levou centenas de anos a cimentar o perímetro da sua fundação – uma dívida colossal, um número de desempregados brutal, uma economia em decadência, um desvario ético doente e uma desavergonhada intervenção social são a “marca” dum aparelho política que governa em contra mão e tudo faz para destruir os opositores com epítetos vergonhosos em vez de governar e apresentar resultados. A política está aberta ao desvario do “aventureiro sobrevivente” que olha para o meio como sendo um cenário extremo e que sem contenção a qualquer título o desafia para vencer, desfazendo o que lhe aparecer pela frente – não é por acaso que todos os “cowboys”, caçadores de qualquer prémio, se deslocam na direcção da capital, instalando-se com desavergonhada astúcia nos arrabaldes, esperando por uma oportunidade qualquer – logo que a oportunidade se mostra apetecível e conhecendo o “ aventureiro” o enfoque da célula que durante anos estudou, avança dominando o espectro que depois de anestesiado não tem como defender-se – a metamorfose é total e o camaleão qual transeunte amigo faz-se passear pelo “castelo” sem ameias e com o portão principal desconjuntado e pronto a aceder aos anseios dum qualquer “beirão que trás sempre uma mão atrás e outra à frente” – “o que vier à rede é peixe” e num ápice todos ficam enredados no líder que se arma de vigor físico suficiente, se embebe em carisma e olha para os correligionários com um ar de tal prepotente superioridade, que estes sempre obedientes, nem se atrevem a olhar nos olhos “ o chefe” com medo de desaparecerem para sempre… Os “partidos” sejam eles quais forem, não representam nenhum estatuto democrático, porque o povo quando vota, sabe que o sistema não funciona para os servir, mas para defender na primeira linha quem se “aventura a dominar” um povo, que ainda se reclama ser português …

quinta-feira, 24 de março de 2011

O estrado, onde se desenrola o espectáculo ruiu, mas promete reeguer-se...


Banca rota e " amadores" que se fazem confundir com profissionais...

P de S, intitula-se um competente profissional desde que completou a sua "excelente aptidão profissional no lufa a lufa do dia a dia??"e ufano e longe do amadorismo que cataloga para os outros, grita aos quatro ventos que depois dele será o precipício -- tal " príncipe perfeito", trata os correligionários políticos como quem ordenha vacas e os outros com absurda hipocrisia, mas do alto da cátedra afirma manusear os dirigentes Europeus onde deixa no rasto o descalabro total que vai desde as contas públicas à economia, do desemprego ao colapso social e dos "poderes" que a familia possuia ao desvaria do desmantelamento dum País que depois do PREC só lhe falva aparecer um dirigente político que não tem "elegância" para colocar a justiça nos eixos limitando-se a gritar a plenos pulmões pelo guarda chuva da crise internacional e com olhares de pecador piedoso e arrependido olha para o umbigo sentado no TGV para Madrid.
No dia 23 de Março de 2011 este estranho "crânio", em confronto com a AR perdeu com todos e não se esquecendo de abandonar a sala antes por puro despreso institucional, dirigiu-se ufano ao PR com a demissão na mão - o partido que o suporta, colérico e face ao descalabro do resultado, reclama vingança, exigindo apoio imediato dos correligionáros espalhados por todos os lados, prometendo apoiar até às últimas consequências o chefe com a cabeça desencaixada da coluna - os partidos da oposição são os alvos e só a sua "destruição" poderá atenuar uma derrota tão humilhante - não conseguiram invadir o espaço político aniquilando os saudosos de Sá Carneiro, levaram o País ao descrédito regional, europeu e mundial e na AR de forma clara foram humilhados pela totalidade dos partidos e isso é certo, vai desencadear "vingança" e descalabro verbal nas eleições que se aproximam - abandonar a sala quando a Manuela falou é o sinal supremo da raiva que lhes ofusca o olhar e sem olhar a meios o toque a rebate ouvir-se-á sem intervalo ribombar por montes e vales e os esquadrões em formação cerrada vão ser comandados por "indefectíveis guarda costas" que não tardarão a desembarcar nos Restauradores para "defender até à morte" o estado calamitoso em que deixaram portugal, sem soberania, hipotecado, com o cofre aberto e muito perto da miséria extrema - um deles já tentou armadilhar o PR, incentivando-o a dissolver a AR antes da demissão do PM, o que lhe traria a consequência de ter de se demitir se a eleição fosse à rebelia do que todos pensam -- a oposição que foi angélica na posição do apoio aos pec´s, está a ser atacada sem piedade e os que o fazem acabaram de estar "in charge" e compreenderam com a astúcia do costume que a única defesa que têm é a fuga para a frente, por isso onde houver um pio, a baioneta cumprirá o seu dever -- onde a petulância política ameaça chegar?
P de S já deu o mote em Bruxelas de que quando chegar irá vociferar o que muitos não quererão ouvir e antecipa-se já que ganhar a qualquer custo será o hino e a "caça" com cães de fila pela trela curta e armados até aos dentes serão colocados em marcha que só terminará quando o País se afundar no pântano que outra individualidade referiu no passado curto -- depois das eleições, não será possível entrar em negociação com o ódio espalhado a rodos na estrada e outros governos cairão como baralhos de cartas acossados por aragens ténues vindas de vários lados...

terça-feira, 22 de março de 2011

Catástrofes irmanadas no dia 11.


No mundo virtual em que nos querem fazer viver é mais fácil consumir um bem acima da exigência quotidiana, do que plantar arroz ou cultivar nabos de rama farta para reprimir carências.

O planeta que se rege por patamares de imponderabilidade de ajuste automático vocifera de quando em vez, fazendo ouvir o ronco das entranhas que por milagre ainda se mantêm secretas, desafiando a curiosidade de calcular o que será, quando, o recôndito virgem, passar a ser uma descoberta cientifica colocada ao alcance de “espertos” que proliferam como qualquer graminácea importada para controlar uma praga dos gafanhotos.
O sonho dum qualquer economista que sabe que não é “adivinho” mas que sonha com experimentações loucas de redução de custos e aumento de receitas, desejando alcançar um clímax intelectual que jaz frustrado no sótão onde a velharia prospera, mas que se libertado poderia colocar à mão, o grande sonho alquímico de transformar ferro em ouro, é o mar errado em que navegamos no delírio do consumismo incontrolável e que um dia tornará o mapa mundo irreconhecível.
O ataque terrorista ao World Trade Center num dia 11 e que assassinou milhares de cidadãos que simplesmente estavam fora das “lutas de poder” e trabalhavam para sobreviver no caldeirão de New York, precisa no dia uma coincidência bizarra, quando no mesmo dia 11 dum outro ano do mundo e do tempo, no Japão, acontece mais um “cataclismo bíblico” com origem nas “forças da natureza” e que fazem perceber que as centrais atómicas são um jogo perigoso na mão de economistas loucos.
Quando a natureza aparentemente selvagem se faz explodir abrindo caminho à força de vagas de trinta e cinco metros de altura gerando forças colossais os “pensadores da economia virtual” logo se apresentam, não para proteger a costa da fúria dos elementos, nem para fazer desaparecer um "cancro" artificial perigosíssimo, mas sim para reestruturar, redesenhar, estruturar e repensar a segurança das centrais nucleares que serão no douto entender dos iluminados da engenharia atómica a única solução para a carência energética em que o mundo global chafurda - as energias renováveis sendo meios propulsores lentos e pouco rentáveis e que por mais que se reciclem não resolvem em tempo real a pressa de alcançar uma velocidade que anule de vez a distância entre dois pontos, estão fora de questão e fazem parte dum outro patamar no mundo cada vez mais cego, surdo e mudo.

O barco ilustrado e que a onda gigante levantou como se fosse uma pluma, oferece de mão beijada a resposta – o SOL, a chuva, o vento e o MAR são um dínamo de grande potência que pode dar tudo à humanidade se esta se apresentar como justa, comedida, equilibrada e racional…

terça-feira, 1 de março de 2011

A "perfeição" quando existir explica a inevitabilidade da morte

Atingir a perfeição é uma meta impossível de atingir, embora alguns pensem que a podem alcançar com facilidade numa miríade de impulsos incontroláveis e que afectam os centros de controle especializados demonstrando, que estes infelizmente não podem, ainda equacionar com sobreposição mental diversas equações de resultado diferente sem auxiliares mecânicos – quando a sobreposição se instala ao nível do controle psicossomático as duplicidades misturam-se num caldo onde quase tudo pode ser caldeado podendo ajudar a transpor radicalmente o mundo para um outro patamar, que alguns, ingenuamente classificam como “defeitos de fabrico” a precisarem de tratamento.

Os olhos parece quererem atingir na arquitectura humana a autonomia externa por estarem á superfície e muitas vezes manipulam os impulsos cerebrais levando-os a cometer erros inadmissíveis para quem deseja o controle absoluto – não é raro o cérebro comandar o movimento ou o reflexo numa determinada direcção e os olho quando são de “lince” não obedecem mudando o curso dos acontecimentos – as doenças do foro psiquiátrico, quando desenvolvem patologias do tipo transtorno obsessivo-compulssivo, misturado com maleitas que levam à anorexia, à bulimia ou ao transtorno de personalidade narcisista ou maleitas bipolares enfeitadas em anos e anos de psicoterapia explicam de maneira simples que a natureza não falha o que acontece é que existe no recôndito da mente localizadas em áreas de centralização nuclear uma luta fratricida que pode significar no futuro uma mutação que pode revolucionar o patamar da existência que se tem feito na monotonia e na repetição, quando o que interesse é acirrar e desafiar “forças explosivas” que por razões ainda desconhecidas não se têm conseguido impor na arquitectura da existência humana.

Um tiro de espingarda de repetição de calibre 7,9mm fabricada por Paulo Mauser trespassa um combatente e só quando o avisam do sangue que escorre é que este percebe que foi mortalmente atingido – o cérebro num cenário de guerra eliminou a dor – quando um humano visiona “coisas” que ninguém vê, ou “inventa” perspectivas rotineiras, deturpando-as ou mesmo permitindo auto agressão violenta também sem dor, algo de muito poderoso está escondido e que ambiciona saltar para as luzes da ribalta – um dia, que não tarda, isso não será uma maleita do foro “psi” mas uma característica humana que estava raptada numa das muitas pregas que acorrentam fluxos de grande capacidade e importância para os destinos das civilizações.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Presidenciais

Presidentes “palhetas” procuram “ um lugar ao sol” num Estado onde existem dívidas galopantes e “bobos da corte” sem palácio para actuar.

“Sons” que emergem das gargantas mais ou menos afónicas e que conspurcam a sonoridade própria do povo que em roda-viva procura subsistir no martírio do dia a dia, confundem o ambiente e ornamentam as “visitas” com um misto de ingenuidade saloia que deve deixar estupefactos todos os que honradamente procuram ganhar o pão de cada dia, naturalmente não cumprindo com as obrigações administrativas que o fisco, sempre atordoado por impulsos, deseja impor.

Um papel na mão, um sorriso patético e uma confrangedora argumentação que sai aos repelões e às vezes sem qualquer nexo, tenta captar simpatias de ocasião e com elas tentar alcançar a Presidência do País que está depauperado nos créditos que giram aos milhões e com um ciclo de parafuso sem fim que um dia promete não parar – dirão que só homens de grande coragem poderiam ter efectuado as reformas que o País necessitava e que o corte dos salários é só um pequeno exemplo do que serão capazes – do que eles não serão capazes nunca é de explicar o porquê de serem os “funcionários” os escolhidos e não todos os cidadãos – todos sabemos o que eles pensaram e vamos ver num futuro próximo se o povo é assim tão invejoso.

As feiras onde é obrigatório entrar nem que seja por uma vez, são o “circo” onde se desenrolam as cenas mais confrangedoras e um local onde o “teatro” desce ao seu pior nível – tudo é fingido, mistificado ao máximo e as caras que se entrecruzam de soslaio espelham o trágico cómico com uma singularidade de deixar os cabelos hirtos – “tá” bom, então vai votar em mim ou não? olhe que os outros são os fascistas de direita, que querem tirar ao povo o SNC e os benefícios sociais – sei lá o que é que está a dizer? Óh homem, estou a falar do Sistema Nacional de Saúde – mas óh sr. engenheiro, desculpe sr. dr., a minha sogra a noite passada, eram três da “matina”, foi de charola para o hospital e esteve quatro horas à espera do atendimento e mandaram-na para casa com uns comprimidinhos para a artrose e a coitada morreu logo que chegou à carrinha – vossemecê está a falar do quê homem? – olhe deixe-me trabalhar que bem preciso, olha este, : - óh freguês dê cá um euro e leve três camisolinhas de autêntica lã virgem e olhem que com este frio até dão um “jeitasso”.
Os mercados são outro local de confrangedora hipocrisia e os beijos os abraços e os bailaricos improvisados ao som de concertinas trabalhadas por mãos calosas engrossadas pelo trabalho que calha, compõem um cenário de autêntica tristeza cénica – nada do que ali se tenta “passar” corresponde ao porte de quem quer dirigir ou mandar num país – não se pede a um professor para o ser, que vá dançar para uma feira, ou que um qualquer director do que quer que seja, encarne o papel dum figurante ao estilo dos Bobos da Corte, que, compenetrados no estatuto se exibiam perante excelências que ao molho compunham um todo excêntrico e que hoje é simplesmente ridículo.

Estamos mais uma vez perto do fim e a “molhada” que se atira às tripas que sobram dos “juízos” esperam que venha a existir uma qualquer outra eleição no curto prazo, esta, a das presidenciais, depois de ser votada já não vale – para bem da sustentabilidade intelectual do povo não existe “segunda volta” mas a raiva do sectarismo político, mantém-se e a certeza de que os ordenados de alguns, serão pagos no vencimento apesar da crise, são uma certeza…

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MARTE o planeta desejado para a transferência


O êxodo do século XXI está em marcha no planeta Terra – o planeta Vermelho Marte é o alvo do novo movimento colonial.

A tecnologia espacial aguçou o apetite da descoberta para além do inimaginável e demonstrando clarividência na vontade de subsistir num mundo descompensado no equilíbrio mental, empurra com convicção “ os melhor preparados” para um mundo diferente e que se deseja melhor construído face ao conhecimento que a Terra permitiu obter a quando da sua colonização por “seres” que evoluiriam da divindade, Pai Filho e Espírito Santo, dalgum plano galáctico de origem secreta, de seres unicelulares, do ácido sulfúrico ou de outra qualquer origem e à qual a ciência ainda não conseguiu monitorizar com minúcia e certeza – um novo presépio espera pelos astronautas e oxalá a história não se repita se algum cataclismo acontecer e as raízes da história ficarem perdidas nalguma pirâmide que impluda sobre o peso do espaço sideral e ao qual não poderá fugir para poder “contar a história verdadeira” – existem hoje meios tecnológicos que asseguram que a transmissão histórica está assegurada.
Os “colonos marcianos” desajustados do segredo molecular e sem as vantagens da adaptação, estagiam algures no segredo dos “deuses”, moldados num perfil de sobrevivência de vida extrema, estarão prontos para o “salto” e não é sem alguma perplexidade que os mortais comuns, se vêm impossibilitados de contribuir para nada do que está em curso visto não terem nenhuma formação nem competência face ao que se desenvolve – restará observar impávidos e curiosidade q.b. o desenrolar dos acontecimentos que para quem está atento, será uma notícia de fractura brutal sem contemplações com o passado ou com eventuais estados de alma e para a qual a consciência nada conta – no futuro, que pode estar a acontecer agora, nada mais será igual e a colonização em curso só pode ter sucesso absoluto se, a vigilância entre quem fica e quem vai, construir altos padrões de exigência moral, intelectual e profissional onde não seja possível alicerçar “poder egoico”, que como na Terra leva ao individualismo feroz e à concorrência selvagem – o desenvolvimento terá de percorrer um traçado de grande exigência e o equilíbrio entre forças deve ser medido com balança de metal nobre, equilibrando sempre que possível desvios subjectivos inerentes à natureza humana – uma coisa será certa, a energia nuclear escapuliu-se pelo buraco do altamente secreto, a escalada espacial está ao alcance de muitos interesses e prolifera já com demasiada facilidade e não será difícil prever uma concorrência desleal e feroz entre “humanos opositores” para colonizar o espaço, que estabilizado na sua transformação estrutural, simples, ingénuo e pacífico nada pode fazer para o evitar – espera-se que uma vez na vida o bom senso humano, controle a ambição da conquista sempre imbuída de poder incontrolável, de lixo tóxico em quantidades astronómicas e forças de mão a mais – a concorrência só é útil quando estruturada com base no interesse universal, porque quando planificada para vencer unilateralmente, passa a ser uma força desajustada passando a fazer parte do problema e não da solução.

Marte, um planeta mítico, espera com serenidade pela diáspora terrestre e com apresentação altiva e senhorial observa expectante o futuro próximo que se desenrola em versão acelerada e com promessas de poder ajudar a alcançar um novo patamar no capítulo da colonização de mundos que existem para além da compreensão humana - todos esperamos que com este êxodo especializado, a Terra, o planeta azul, não seja debochado ao ponto de ser transformado num labirinto carcomido pela podridão.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Wikileaks, as redes sociais e outros quejandos, a nova face da contra-espionagem...?

A Internet, um sistema comunicacional de excelência comprovada, permite antecipar novos “golpes” no capítulo da estrutura social.


Os tempos de desmultiplicação social depois da segunda guerra mundial que nos dias que correm se estão a desmoronar no vazio do espaço, entraram num vórtice imparável e que ninguém sabe onde pode terminar.
Os sistemas operativos que colocam a “vida” nos computadores, estão ao alcance de um qualquer artífice que tenha poder, inteligência, meios, tempo e curiosidade para fazer desabar um sistema universal, revolucionário e que infelizmente como tudo de bom, acaba nas mãos do outro lado da barricada sendo com demasiada frequência utilizado para sabotar os fins a que os criadores lhe destinaram – quando esta fase é ultrapassada e se entra digamos assim no circuito comercial, mentes carregadas de iões negativos, logo espreitam o lucro fácil, não olhando a meios para desviar o caminho do desenvolvimento global. A globalização no que diz respeito ao estado das economias que se interligam como osgas num nevoeiro denso, facilitam e muitas vezes potenciam e até incentivam com intenções predeterminadas, a proliferação de “espiões cibernautas” e batalhões de hackers, que, tudo fazem para satisfazer os amos, sedentos de informação tecnológica de ponta e que os habilite a superar as diferenças abissais entre povos com perfis e ritmos de desenvolvimento muito diferentes. Povos desleais e com ganância assumida por circunstâncias variadas, recorrem com demasiada ambição na procura do controle atómico, porque sabem estar lá o “poder” para serem ouvidos e até poderem transformar-se em sociedades poderosas e que os menos preparados ou avisados, não poderão resistir à chantagem duma megalomania perigosa e demolidora do “sistema” – a informação adjacente e que suporta administrativamente os segredos dos poderosos e que deveriam alicerçar a “alma do negócio”, originou uma corrida imparável e corredores estreitos transformaram-se num ápice num portão que alarga a cada investida de hackers cada vez mais atrevidos e que não desmobilizam perante a aparente capacidade dos antivírus ou fire walls com sofisticação de ponta, numa inetrnet refém da sua própria importância mundial.

A Wikileaks, um plasma cibernauta de localização incerta, comandada por desejos supostamente corajosos e por seres que lhe dão “vida”, apareceram em força dando a conhecer ao mundo uma “diplomacia espiónica” que deveria estar no “segredo dos deuses”, por ser considerada matéria classificada e confidencial, arrancando à picareta o verniz que cobre as unhas que dá a aparência aos humanos do seres racionais e civilizados – é uma vertente que, por coincidência ou não, revela estratégias diplomáticas específicas, que com certeza beneficiarão outros, que, na escuridão para não serem detectados na rusga, espreitam com astúcia a sua oportunidade.

O Planeta Terra, volta ao primeiro patamar da sobrevivência e os caçadores de lança em riste, avançam ameaçando fazer desmoronar um mundo “zombie” e para o qual a maior parte não tem escudos conveniente para se defender da diplomacia onde os soldados invisíveis carregam equipamentos de tal sofisticação que só uma “democracia musculada” pode amortecer, travar e talvez vencer ao colocar o destino nos carris do comboio.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Uma Árvore de Natal com 4 patacas dentro de 4 bolas de sabão.


Parte 4 – "ÁRVORE DAS PATACAS" ...O Natal e o Fim de Ano compreendem finalmente a crise...

O Natal e o Fim de Ano estão no horizonte e os cidadãos deambulam com a cabeça a zunir de sons estranhos, não percebendo com clareza de onde vieram, onde estão e para onde vão. É um zunido absorvente que a cada instante promete aumentar a cadência sonora com sons zumbidos por tambores batidos por punhos enormes que arrancam com o cabo da maceta, estrondosas explosões, que impiedosamente ecoam na serrania envolvente, martelando os ouvidos enlouquecendo os tímpanos, que, por instinto levam a enterrar as unhas na cabeça a apertar a cabeça com mãos dormentes e sincopar o pé em toques ritmados no taco que cobre o sobrado. É um tempo violento que esmaga, que corrói, que dilacera e desfaz as raízes do cheiro ancestral no eco repetido da montanha que se ouve ao longe ameaçando perder-se no labirinto da cordilheira que tenta abraçar o mundo. O arvoredo estremece e verga-se à corrente que desce vertiginosamente para montante, procurando com o esforço impossível, alcançar a fonte da vida que lhe permitirá sublimar os músculos que retesados se agarram denodadamente às raízes, tentando inspirar, sobrevivendo num mundo à deriva e onde o centro pode ser um poço que não tem água para regar ou para beber ou para encher, já que o fundo borbulha com gases tóxicos de cores berrantes e alucinógénias.
O Natal e o Fim de Ano podem estar à beira dum redemoinho que arrasa, que esburaca, empurra e enterra os restos na pedra que se desfaz na força bruta duma torrente benevolente e que se apresenta como a única tábua onde nos podemos agarrar para atravessar o caudal enfurecido, que desce loucamente da montanha desabando no mar medroso, que atento aos acontecimentos, se esconde na esteira escura do sol, que preventivamente desaparece das vistas num horizonte ondulante que ameaça desanexar o planeta em equilíbrio, fazendo renascer um outro Natal e um outro Ano Novo, liberto, feliz e com ares de menino que acaba de acordar para a vida mas que não entende a linguagem que transvazou do outro mundo – como num sonho, a vista alcança a evolução que sobe no arco ires refulgente de matizes quentes, rebolando preguiçosamente no ar envolto em bolhas de sabão especial que ora cintilam, ora se apagam, ora explodem nos raios dum Sol envolvente, amistoso e pronto a glorificar a herança dum paraíso nu e abastardado de dons… o Natal acabrunhado, que voga rumo aos espaço sideral fica a perder de vista e o Ano Novo Ano aturdido pela barulheira e pelo imprevisto do nascimento, despe a roupagem festiva e com ar sério, depois de ter constatado o logro, congela liquefazendo-se de seguida numa goteira incessante – uma sombra com cauda brilhante, eleva-se lentamente, pairando com leveza e a cabeça do ano novo (morto) é sugada para a cauda do cometa, que vertiginosamente desaparece no espaço enigmático que deleitadamente o absorve, tornando-o invisível.

O Ano Novo morreu antes de nascer, porque finalmente percebeu que não podia contribuir para uma festa onde os “santos” executam festanças loucas e depois se digladiam como feras, suicidando-se…
Parte 3 – Portugal gastou milhões na construção de estádios e o retorno ficou-se pelo Euro 2004, que foi um desastre financeiro

Perdemos a candidatura ao mundial de 2018 em favor da Rússia virada do avesso e com esse facto, Portugal perdeu a oportunidade de reaver uma parte do investimento em campos de futebol construídos para o Euro 2004.
A aposta na candidatura a meias com Espanha, apresentava-se ferida de morte, quando é reconhecido o estado deplorável em que a economia Peninsular se encontra, debatendo-se com estertores aflitivos duma morte anunciada.
A FIFA que para além do futebol gere um manancial financeiro estrondoso, não descorou o trabalho de casa e de entre os países apresentados a concurso, mais não fez do que escolher o óbvio. A Rússia que é um colosso em termos de alavancamento económico, mantendo pela trela um Europa que desaparece se lhe cortarem a torneira do petróleo e do gás, seria para os mais avisados um concorrente fatal – a FIFA aposta sempre em quem tem dinheiro, muito dinheiro e Portugal e Espanha e de certo modo também a Inglaterra que estão a braços com nados mortos por todo o lado, não tinham qualquer hipótese de enfrentar um colosso europeu mesmo sendo oriundo dum estado gigante e onde a política amarrou os ímpetos.
A política, com a derrota estampada na estupefacção dos rostos do regime, foi uma oportunidade perdida porque precisava para elevar o ego duma vitória como de pão para a boca, porque aí residiria a virtude de poder continuar a balouçar ao vento a bandeira do TGV que lhe daria o álibi de sustentar que os espanhóis e outros entrariam aos milhões para assistir aos jogos e com essa “invasão” o comboio pagar-se-ia a si próprio – Portugal nem pelo lado do futebol ganha alguma coisa, a desgraça é absoluta.
Parte 2 – O Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, refém do cerco dos “favelados”

Outro facto, bem relevante é o facto do Brasil ter finalmente assumido o papel de guardião dos interesses dos brasileiros, colocando em acção no terreno forças de combate prontas a fazerem uma limpeza nas favelas que envolvem como uma teia o Rio de Janeiro, tornando a “cidade maravilhosa” numa das mais perigosas do mundo. Todos viram com agradável surpresa os carros blindados, os soldados equipados até aos dentes e todos com satisfação incontida notaram que os “bandidos” como ratos fugiam desorientadamente pelo labirinto dos morros abaixo, procurando sair da pressão e alcançar outros esconderijos que lhes substituíssem a protecção que o complexo da favela do Alemão, do Vidigal, de Santa Cruz e certamente também o baluarte inexpugnável da Rocinha que alcança o átrio da bela Ipanema ou mesmo da inigualável Copa Cabana, lhe ofereciam em tempos de vacas gordas – incrédulos os cariocas, na azáfama conturbada do dia a dia, assistiram atónitos à expulsão dos traficantes dos seus feudos e em alegria retraída procuraram perceber um resultado que se fosse consistente lhes devolveria novamente a liberdade e a vontade de contribuir de outra forma para o engrandecimento dum País fantástico e com possibilidade de crescer – a polícia e as forças armadas conquistaram espaços que estavam fora da sua jurisdição territorial e finalmente estão paulatinamente a refazer os espaços que estavam reféns de forças inimigas e que ameaçavam e ainda ameaçam desconjuntar pela acção terrorista da guerrilha urbana, um tecido social pacífico e que a única coisa que exige é viver em paz consigo e com os outros.
Sabemos todos que “só os peixes doentes, moribundos ou mortos descem a corrente – os saudáveis, esses denodadamente labutam contra a corrente, tentando beber na fonte” – O Brasil, um colosso, quase meio Continente e com perspectivas de poder sair do marasmo e tornar-se num verdadeiro “emergente”, continua espartilhado no desenvolvimento pelas quadrilhas organizadas que traficam, chantageiam, assassinam “por dá cá aquela palha” ou roubam, liquidando um qualquer humano que se delicie nas areias douradas e que se estendem a perder de vista. O Brasil é um exemplo de como os cidadãos devem ser protegidos das pestes que abundam e cercam em crescendo os círculos sociais, limitando-lhe o espaço disponível e tornando-lhe a vida num verdadeiro inferno.

Parte 1 – Ílhavo revive o nascimento dum novo hospital

Ílhavo tem novamente um Hospital, cuja inauguração ocorreu no dia 13 de Novembro de 2010 pela Ministra da Saúde, Presidente da Câmara e respectivo Provedor – o fundamento discursivo assentou no investimento social e no facto do Governo estar apostado e muito interessado em alargar a rede Nacional de Cuidados Continuados, distribuindo em tempos de “banca rota” alguns incentivos para que se expanda no território nacional. Era bom que assim fosse, era bom que o cidadão estivesse no cerne da questiúncula da saúde, mas reconhecendo antecedentes de ilusão permanente, o estado em palco, que se auto intitula com presunção exagerada de totalmente social, se calhar vai passar a perna à Misericórdia e endossar-lhe problemas fatais e aos quais esta Associação de índole puramente solidária e com direcções administrativas “carolas”, não profissionais, não poderão responder por falta de meios, fazendo desequilibrar um estatuto de verdadeira utilidade pública com centenas de anos de serviços prestados à comunidade.
Espera-se com sinceridade que nada seja assim e que o governo como pessoa de bem que tem obrigatoriamente de ser, assuma as suas responsabilidades e responda com responsabilidade e ética aos compromissos que desembainhou para aligeirar as enormes responsabilidades que “enterram” a cada minuto que passa o SNS. Não falhando a previsão e com o álibi de espalhar um rede de cuidados continuados, não vá o Governo de Portugal cavar a cova que enterrará a Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, onde muitos “enterraram” ideias filantrópicas lúcidas no que diz respeito à solidariedade social na qual esteve empenhada durante dezenas de anos.

Uma palavra para a Mesa Administrativa que para além de ter uma responsabilidade que se baseia na carolice e amadorismo absoluto dos seus membros, que tudo fazem para servir os ideais da solidariedade instituídos, não escorregue nas enormes responsabilidades contraídas e deslize para um parapeito perigoso de não poder, não saber responder, ou mesmo aligeirar a capacidade empresarial, o que será improrrogável já que o novo activo caucionado, alterou para sempre o estatuto assistencial de certo modo fácil de coordenar e sustentado na “fatia de leão” pelos impostos de todos – à Mesa que vier a ser eleita, pede-se “cabeça fria”, um coração de leão e músculos de aço para aguentar o “mar alto” que aí vem.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um pantomineiro, mais um...

Um pantomineiro que conta histórias repetidas e sem sentido, deve assumir duma vez por todas, as suas responsabilidades

Os políticos de turno e depois de aprovado o Orçamento para 2011 descobriram que finalmente vai ser dada prioridade ao estudo dum plano económico para “salvar o País” – o sr. 1º Ministro com um ar de experiência repetida até à exaustão e com ares de professor jubilado, confirma sem hesitar um segundo que agora é que a prioridade de reduzir a dívida, diminuir o desemprego e lançar um plano salvador para a economia, vai ser desencadeado a todo o vapor, confirmando com os olhos mortiços que desta vez nada falhará – este sr. 1º Ministro é um verdadeiro “artista” e se não estivéssemos todos a chorar, o “diz-me dessas e conta-me doutras” até poderia ser para rir a bandeiras despregadas, mas a realidade que os portugueses equacionam com lucidez é um desfiar incontável de desgraças que podem destruir o “ sonho de ser português”.
Depois de estoirar milhões à “tripa forra”pedindo emprestado como um artista cego para exercer o “dever Patriótico” de construir como se estivesse inscrito no clube dos mais poderosos e dos que hipocritamente nunca põem abaixo os genuínos interesses de Portugal, torna-se inacreditável que queira fazer crer agora, ter “bebido” da “fonte limpa” – a pantomina é uma arte que conta historias para enganar, mas por detrás da máscara está alguém com classe teatral e que no final do espectáculo é agraciado com uma ovação de pôr os cabelos em pé ao mais corajoso – esta pantomina do 1º Ministro dando o dito por não dito, encenando o arrazoado debaixo duma ribalta onde as luzes estão colocadas para esconder o truque é um intrujice lastimável e que não poderá ter perdão, nem que o substituto possa vir a ser um simples agente humano inexperiente.

Sabemos todos, que sem alteração do paradigma global onde as economias se misturam com todo o tipo de habilidosos que se adaptam a tudo, tendo até uma delegação Asiática estado em trabalho no Douro profundo para tentar a experiência de “copiar” vinho do Porto, o que fez concluir que só o “Porto a martelo” poderia ter viabilidade, não existe esperança de que “os lobos” não direccionem a alcateia para os despojos que estão infelizmente “à mão de semear” – Portugal só com muito engenho, arte e empenho patriótico, poderá desatolar o País do atoleiro onde “individualidade pardas” que sabiam serem incompetentes para o cargo, resolveram num impulso egoico absolutamente estúpido, experimentar administrar uma preciosidade como é a Nação Portuguesa – os artistas que não sabem do ofício, porque não trabalham com produtividade, caiem com frequência no precipício.