quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lisboa está acorrentada a " salvadores da pátria"...

Uma greve geral é aquela que se desenvolve exclusivamente na Capital e que assusta, quem a escuta na “Província”…

A democracia que se aplicaria na prática e seria bem sucedida se todos utilizássemos padrões compartimentais semelhantes, é um sistema complexo que pede resultados complexos, não deixando de ser um sistema artificial facilmente forjável com se dum retrovírus se tratasse – depois do vírus ancorado por espigões cerebrais, escraviza a célula, isto é, os competentes diminuídos, os corruptos e os extremistas da sociedade tal qual ela se apresenta e estando abrigados no código genético, garantem resultados com um pequeno investimento, promovendo com rapidez os incompetentes e a parasitagem agiota que germina como cogumelos venenosos à espera de serem apanhados para comer – é verdade que uma ditadura e se tiver no subconsciente instalado o mesmo vírus, o resultado alcançado é quase o mesmo – em ambos os sistemas o resultado duma policia a operar na defesa do poder instalado e sempre com o slogan hipócrita da ~defesa do povo, pode ser traduzida na violência indiscriminada do que está ao alcance do cacete ou das balas de borracha dura…

Quando se espreme o resultado sem ter a ambição de descobrir coisa nenhuma, o suco que fica é de que o povo não tem nos quadros políticos que hoje proliferam com o título de democracia, uma equação para o defender – passados tantos anos da ditadura e com os resultados do 25 que agora se apresentam com juros altíssimos para o povo pagar, tudo fica mais claro – a ditadura, com um ditador inteligente, oriundo de classe laboriosa e não abastardado aos requisitos dos que verdadeiramente anseiam dominar, é um sistema onde alguns comem à mesa do Orçamento, enquanto que na política democrática, onde tudo parece igual, a desordem é total, isto é, na democracia desvirtua-se em permanência a verdade para manipular e ganhar…

Um desordeiro escapa nos meandros duma qualquer ruela, enquanto que um cidadão com raízes se vê perdido no turbilhão dos cacetes que zumbem perigosamente sobre as cabeças descobertas...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

A Constituição Portuguesa não defende ninguém...

A Constituição Portuguesa desempenha neste momento explícito a maquiavélica intenção com que foi encomendada, isto é, garante a quem a desenhou um estatuto de verdadeiro guardião dos direitos, liberdades e garantias, que para o cidadão comum não valem nada…

Não vai ser muito difícil num futuro próximo antecipar mais sofisticação na recolha de novos impostos para pagar as loucuras que aparentemente não tem dono – um casal com duas pensões passará a ter só uma e com o amadurecimento do tempo desaparecerá, o IMI incidirá sobre a área coberta móvel das viaturas em movimento, estendendo-se progressivamente este principio a tudo que faz sombra e finalmente os mortos pagarão o imposto de armazenamento abusivo do espaço que, sem “estudo ambiental lhe destinaram” em tempo de vacas gordas …

Os antepassados não protestam por estarem em transição mórbida, os cidadãos atuais sem poderem vencer a inércia que os amarra ao chão, não conflituam porque o tecido social que os rodeia ainda lhes garante um conforto mínimo em tempos de “tudo vazio”…

Na ditadura os mesmos de hoje, garantiam que a censura esvaziava os cérebros retirando-lhe capacidades intelectuais, hoje e com nostalgia consentida, constata-se que e salvo muito poucos, existe uma intoxicação premeditada para saber tudo o que conduz ao não saber nada…

Os arautos que navegam à sombra da Constituição elaborada à medida deram tudo o que lhes pediam, hoje, não querem compreender que a teta está esgotada e por isso insistem na controversa ordem de Salazar, quando exigiu aos militares em Goa, Damão e Diu na Índia, que combatessem até à morte – os “pequenos salazares” que bóiam em tudo que é mordomia percebem, mas fazem crer que não percebem que a ordem é para que o povo lute, até à morte – o capitão dum navio em caso de sinistro em mar alto é o último a abandonar o seu barco, neste teatro eles são os últimos para ficar com os despojos…

Se fosse possível voltar a trás e ter percebido com clareza o mecanismo torpe que o 25 escondia no ventre, muita coisa teria corrido de outra maneira, mas a vida é assim … só os mais espertos, inteligentes e afoitos sobrevivem à incompetência dos que se auto promovem…o resto é treta…

domingo, 14 de outubro de 2012

O Povo está metido numa "teia" de violência nunca antes vista...


Passos Coelho pode e se calhar é mesmo um gestor incompetente, mas, uma coisa estamos todos de acordo, o homem chegou agora e o “buracão do Estado falido” foi meticulosamente construído por outros - por exemplo Soares e Cavacos, que vociferam contra tudo como cães de fila, estão enterrados até ao pescoço neste colossal  pântano e deveriam se tivessem "tento na língua" explicar ao povo, como é que deixaram que um estado como PORTUGAL chegasse aonde chegou …

A saúde no posicionamento vertical, desde o laboratório, hospital, medicamento  e outros que vivem na órbita, vivem à custa do povo doente, isto é a maior parte dos que funcionam no SMS, recebem o salário do Estado, pagando o povo o excedente, que é como quem diz, a saúde é um maná que alimenta um filão de operadores que se alimentam quase exclusivamente da manjedoura do orçamento – é certo que o SNS ainda é bom, mas isso é o que se espera dum governo consciente e honesto que investe bem, no bem estar do povo…

O desenvolvimento de que tanto se fala é um esforço politico que ampara ambições pessoais e a maior parte da vezes revela-se como um desenvolvimento estrutural que ultrapassa as exigências do povo, mas alimenta na primeira linha uma matilha de parasitas esfomeados, que tudo fazem para enganar o parceiro menos experiente, no entanto ainda têm o atrevimento de comer e beber à conta do povo, pois desavergonhadamente sentam-se à mesa do orçamento, ficando com fatia de leão…

As forças armadas e excluindo uns serviços além-mar e uns serviços de policiamento, auto arrogam-se provocatoriamente que são baluartes e os fiscais do governo, mas mais nada fazem durante o tempo todo do que ameaçar,  comer e beber à conta do orçamento…

Importadores, banqueiros, industriais, grossistas, comerciantes de todo o tipo e intermediários suficientes e outros que tais, construíram uma teia de tal agressividade consumista que não serve para nada, mas que não se negam o direito de também se instalarem no centro nuclear da manjedoura, para também comer e beber na mesa do orçamento…

Os grevistas, quase todos debaixo da alçada de empresas públicas, com razão ou sem razão, marimbam-se para o povo, já que, quando contestam, só prejudicam o País e o povo e não prescindem de viver à conta do orçamento - mesmo as empresas de transporte têm de ser autosuficientes, coisa que contestam, porque senão, não existiam transportes privados...

As autarquias de forma clara são um vetor de desenvolvimento, mas outras, sem qualquer objetividade e competência sobrevivem do endividamento crónico e da descentralização financeira do Estado, logo sentam-se com ambição à mesa do orçamento…

A justiça e o ensino, peças nucleares no xadrês e outros quejandos orbitam com segurança institucional com verdadeira sagacidade na mesa do orçamento, sem se preocuparem com os resultados…

Isto é, duma maneira geral todos vivem à custa do povo, pois é sobre estes que recai o ónus da obrigatoriedade de entregar ao Estado uma parte substancial do seu salário, para sustentar dívidas ou para pagar o que não pediu e a maior parte das vezes, até desconhece, que algumas obras luxuosas tenham sido executadas para o seu bem - um governo honesto e competente teria arquitetado uma cintura produtiva rentável por forma a que cooperasse no esforço exigido, diminuindo em caso de crise o esforço a pedir ao povo...

O Povo dum Estado falido e que para tal estado de coisas não contribuiu, protesta e o governo que deveria atuar em seu nome e para o proteger, acossa os cães e os polícias que tanto podem derrubar o povo à bala, à matraca ou se o caso não se poder resolver por essa via, fazem entrar o gás mostarda, lacrimogéneo ou algemas para condução à polícia, que por sua vez marca vez com o juiz - o Povo não precisa que o estado lhe acosse os cães, do que precisa é de alguém que urgentemente coloque o freio nos dentes dalguns e a máquina nos carris…

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O 5 de Outubro revela o "enorme ego republicano"...

Os discursos no 5 de Outubro de 2012 revelam o enorme "ego republicano" ao colocar a bandeira Nacional de "pernas para o ar"...


Os republicanos, não todos, encontram-se nesta data para ameaçar quem quer que esteja no governo e quem não souber do que se trata, pode parecer que Salazar “ saltou da tumba, subiu aos céus e ressuscitou” - estes revolucionários que defendem o seu estatuto de reformados à conta do sistema que contestam, aos quais ninguém pede para fazerem nada, utilizam com desfaçatez o “ agarrem-me que se não mato-o”, vozeirando discursos inflamados de mediocridade traumática ainda exercida pela influência da censura da ditadura que lhes reduziu a liberdade de raciocínio e com um bocadinho de atenção os mesmos que achavam que os milicianos lhe faziam frente na guerra das colónias, acham-se prontos hoje a entrar na peleja política por interesses novamente corporativistas exclusivos e que só os “ coitados” não querem enxergar – o chavão do povo servir de escudo para tudo o que mexe com interesses aos quais nunca chegará, são a maior vergonha que o 25 de Abril gerou e mais, são uma verdadeira afronta a quem trabalhou mais de dez horas dia com controle à peça produzida e que destruiu todos os seus sentidos num trabalho impossível de traduzir com clareza humana, tendo como prémio ao fim de mais de 65 anos de trabalho árduo uma mísera importância mensal.

Apesar desta palhaçada que normalmente acontece em dia histórico, evidentemente que existe um Passos que está submergido no turbilhão dos interesses instalados e não tendo suficiente traquejo político nem capacidade para engenharias financeiras, nem prática empresarial de monta, transforma-se num boneco de tiro ao alvo, sendo inevitavelmente arrastado para uma trama impossível de ultrapassar e que as seitas, os lobies, os clãs acantonados em “canudos”, betoneiras bancárias e tudo o que bóia á roda da sombra governamental como rolhas, aproveitam com sagaz oportunidade – veja-se os caso das famigeradas PPP`s – neste ponto Sócrates e fora o desvario enlouquecido de “apresentar serviço a qualquer preço” era parecido na impreparação…

Para concluir esta versão, o povo fica espantado da “razão patriótica” que leva os políticos a não aprovarem a moção de censura apresentada contra o governo e que abriria a possibilidade de derrube do sistema…a troika da qual muitos dizem o piorio, esclarece uma verdade inquestionável – os que querem a toda a força e sempre em nome do povo, uma guerra com a Europa industrializada que os leve a sair do €, continuam com o ordenado garantido e o povo, que não tem culpa nenhuma do bacanal instaurado com o dinheiro dos outros, está à beira da miséria…este é o 5 de Outubro que devia envergonhar muitos dos presentes em cadeiras almofadadas e forradas  a veludo vermelho…

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Bens e meios privados no radar do Estado, significa o quê...A democracia pode ser interpretada como totalitarismo democrático, ou não…?

A democracia pode ser interpretada como totalitarismo democrático, ou não…?

Parece ser um “ fado” tropeçar em impostos quase todos os dias e vendo bem o que está a acontecer, o bem privado, aquele que tem “armado” o bastião ocidental, está hoje a ficar em causa. Se o regime fosse totalitarista aplicar-se-ia a fórmula geral, isto é, a “rede” apanharia tudo – o privado passaria a ser público – aliás como ainda se faz por muitos lados, mas por cá e com pezinhos de lã os governos chamados democráticos, aos poucos e como quem não quer a coisa, vão-se apoderando dos bens privados aplicando impostos progressivos, caso do IMI, ou o mais grave aplicam impostos “a torto e a direito” em bens que nem sequer produzimos, caso dos bens importados. Os cidadãos portugueses e por ventura outros estão hoje confrontados com “avenças” a termo incerto, sancionatórias dum pseudo investimento que é dirigido, dizem eles, à qualidade de vida e que para se alcançar tal, os cidadãos terão de ser “esmagados” até ao tutano e esbulhados de todos os meios que de acordo com o sistema em vigor, alcançaram trabalhando com “seriedade e sentido de estado”, cumprindo todas as leis e liquidando atempadamente todos os impostos que lhe foram impostos “à força bruta” – ora é aqui que a conversa “pia finíssimo” e quem por ventura já percebeu o fim da meada, que é a apropriação de todos os meios e bens existentes pelo estado, o sistema exarado na Constituição passa sem quase se dar por isso a ser um estado totalitário onde a confiança é coisa morta, a “conversa é fiada”, os governantes passam a um estado virtual absoluto e tudo não passa em resumo dum conto do vigário aplicado às claras e com absoluto desprezo pelos direitos e deveres, apesar de existirem eleições, o que é fantástico nos dias que correm…

Os Portugueses estão a ser assados em lume brando e não será de todo um desaforo se, se, se exigir “levantamento popular sustentado” para exigir que todos os que contribuíram para a falência, sejam responsabilizados … só que e por lamentável acaso do destino não existe “ninguém” que o faça hoje e só o futuro determinará se tais “incompetentes” ficam impunes...

domingo, 1 de julho de 2012

Nem todos os diplomados constroem mais valia para o País...alguns senão muitos adaptam-se como lapas ao sitema, sentam-se na poltrona e esperam agachados...

O Ensino tal qual ele está esquematizado revela insuficiências elementares, que indiciam formas sofisticadas de corporativismo que soldam os interesses das corporações às atividades profissionais que se propõem atingir e depois controlar – isto é, a corporação referente à medicina aspira por monopolizar o chamado ato médico mesmo que seja para passar receitas que se destinam exclusivamente a resolver a comparticipação do Estado, ou para resolver simples atestados de robustez, onde o interessado deveria ser sempre o mais responsável; a corporação relacionada com a advocacia e com lobies poderosos ao nível da política tudo fazem para substituir outros cidadãos no ativo, pese o facto de possuírem formação profissional e experiência para desempenhar o cargo; o loby farmacêutico que num pequeno canto e numa pequena área territorial desenvolve um negócio com rentabilidade altíssima, elimina qualquer espécie de concorrência porque a sua Ordem possuidora dum estatuto financeiro poderosíssimo, qual baluarte granítico, arrasa qualquer tentativa para abrir o monopólio de venda de medicamentos ao público e com tal sistema elimina a concorrência de mercado aberto; outros, muitos, controlam a bel-prazer o mercado de trabalho e não vale a pena continuar a abordar tal questiúncula porque seria fastidioso e depois, isso é um assunto que todos conhecem – daí que atalhe o assunto – apontar o erro consentido pelo sistema e que se auto-perpetua em monopólios e oligopólios académicos que lhe dão acesso eterno a investimentos sem risco é uma necessidade, quando se sabe existirem hoje meios de informação especializados ao alcance dum dedo – seria um desaforo incompreensível para todos se para apresentar uma simples declaração de IRS, fosse necessário contratar um TOC ou se e no caso de haver um acidente grave um cidadão qualquer não pudesse por força de lei, administrar uma técnica de primeiro socorro que conhece e que ajude o sinistrado a sobreviver…e já agora seria espantoso que para concertar uma simples dobradiça num portão de ferro, o povo fosse obrigado a chamar um Engenheiro encartado. Todos estamos no mesmo barco e todos precisamos uns dos outros, o que é lamentável é que se criem interesses poderosos que o cidadão é obrigado a pagar como se existisse uma teia profissional de elite tecida propositadamente para encher os bolsos.

As cartilhas que estratificam o ensino, especificando com zelo o que tem de ser ensinado e assimilado pelo alunos, tem ao longo dos anos e muito especificamente depois duma determinada data, construído uma fraude monumental, dizendo que a escola oferece ao formando o meio como se comportará perante a vida e com esse específico elemento do raciocínio o aluno no futuro terá de construir o seu modo de vida quer seja profissional, familiar, religioso ou qualquer outro – o ensino é direcionado calculistamente para uma determinada direção por outros bem experientes e sagazes que vedam em teoria absoluta abordagens a matérias que se estivessem abertas os poderia prejudicar – isto é, um aluno que nunca entendeu a forma de ensinar dum determinado professor ou que nunca se identificou com o processo de ensino por razões variadas e optou por um caminho autónomo de aprendizagem, não é reconhecido como podendo fazer valer legalmente esses mesmos conhecimentos, ficando proibido na prática profissional de utilizar um conhecimento que ele individualmente construiu e se prontifica a demonstrar se necessário for – explicando melhor um cidadão que tenha apresentado uma queixa no Ministério Público contra alguém que o prejudicou, por não ser advogado, é-lhe pura e simplesmente vedado o acesso ao processo, o que revela um preciosismo corporativista angustiante – outro exemplo é o caso do doente a “passar de porta” que farto das promessas envolvidas em hipocrisia lastimável, resolve assumir o seu próprio destino, encurtando-o, poderá sem ter querido, vir a criar no curto prazo um cenário justiceiro de monta, o que é verdadeiramente uma catástrofe para a democracia e um fardo roto para a solidariedade que alguns gratuitamente apregoam.

O ensino tem de possuir vertentes prática/teóricas globais, com acesso a conhecimentos variados mesmo que mínimos e não especializados, para que mais tarde o formando os possa utilizar como arma para sobreviver no mundo real e não estar condicionado por subserviências excessivas e sempre enleadas nos diplomas que nalguns casos já não representam coisa nenhuma – neste momento vale mais saber “explodir” para baixar os 10” nos cem metros do que ter um professor com um diploma tecido no Instituto e que não consegue baixar fasquia nenhuma... e depois porque é não se pergunta ao bombeiro quando em ação num sinistro, se está em condições físicas para subir ao telhado em chamas, quando todos se afastam… e porque é que determinado empresário que não possui habilitações e emprega dezenas de colaboradores, pura e simplesmente não é substituído por outro academicamente mais legalizado…?

Perguntarão alguns, mas temos de ser todos responsabilizados da mesma maneira? Claro que não, pois quem deve estar instalado nos comandos onde tudo se equaciona, serão todos os que, não estando inibidos, percorreram um labirinto académico certificado, desenvolveram com sucesso uma ou várias atividades profissionais, são referências públicas de topo e que a qualquer momento admitem ser desafiados para demonstrar conhecimentos nucleares na pirâmide onde estão instalados – um qualquer profissional que está no topo por mérito não tem medo do confronto entre pares do que tem medo é da capa que cobre e descobre interesses fundados em negócios parasitários que criam exclusão e que todos os dias afundam o povo simplório mais um pouco…

E depois quem tem medo da concorrência que consolida e constrói assunção de responsabilidade para o cidadão que aprende com os erros? - o que muitos no seu mais intimo recato aspiram “em verdade vos digo” é que os ignorantes quadrupliquem, para poderem “nadar” à vontade na piscina olímpica pensada e executada à sua justa medida…os catalogados de "UTENTES" que são o povo, não usufruem do sistema que é pago por eles, porque outros, os chamados altamente especializados e que pululam como pulgas nos quatro cantos, controlam todos os acessos, para dominar e encher os bolsos...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ultrapassar dificuldades é o caminho que as Universidades devem assinalar sempre...

WOLFGANG SHAUBLE o todo poderoso Ministro das Finanças Alemão faz-se transportar numa cadeira de rodas e ele próprio, sem ajudas, “puxa pelo cabedal” para se movimentar – os políticos portugueses ajoelham-se na sua frente para pedir “coisas” e essa é a diferença entre quem sabe o que quer e quem sempre se coloca de cócoras solicitando sem vergonha na cara, pequenos favores…

O ensino em Portugal ou muda de paradigma e demonstra que domina o que ensina ou não terá outra saída senão o descrédito total – se, se olhar com atenção para a “matilha” de economistas que opinam e pululam por todo o lado, teremos um dos muitos exemplos de que as Universidades estão com deficiências graves ao nível da irrigação sanguínea que não leva ao cérebro a quantidade suficiente de oxigénio para que este possa raciocinar com clareza e astúcia – a perturbação mental é tão grave que os economistas trouxeram em profusão das universidades, para além de engenharia financeira criativa que serão sempre os outros a pagar, uma sapiência quase ridícula que para cá do horizonte económico e financeiro em evolução acelerada os deixa somente antever por ser mais rápido cortes de salários e aumento de impostos…o problema é que uma percentagem para imposto só se pode aplicar quando exista na prática atividade económica saudável e irrigação financeira sustentada no sistema – muitos economistas apelam com veemência à “terra queimada”, porque em cima do carvão muita coisa floresce, esquecem que, o nascimento dum tecido económico sustentado só “explode em bebedeira de floresta” quando as mentes estão preparadas para vencer e não se envergonham do suor que escorre das faces e do cansaço que entorpece os músculos – Portugal é um país desmiolado, inchado de vaidade e a gravata é um dos muitos símbolos que desresponsabiliza quem os utiliza…óviamente que nem todos seguem o percurso espalhafatoso do embrulho...

Alcançar um estatuo de “poder” quando não existe responsabilização por coisa nenhuma, é um sonho que todos temos escondido e se houver vontade basta recorrer à cartilha de procedimentos descritos nos últimos anos para alcançar facilmente o fascínio de estar ao alcance dos holofotes e no centro da ação – isso não dispensa no entanto que se diga que os trabalhadores não qualificados de que tanto se fala como responsáveis pelo “afundamento do país” são os melhores de todos nós e estão fora dos quadros de honra que pululam por todos os lados evidenciando á saciedade quem são os verdadeiros responsáveis qualificados…

A galeria dos que atingiram patamares de topo na hierarquia política, embora estejam pendurados num “out door” que vale o que vale, é um deserto onde está expresso no oásis que inventaram, a incompetência que normalmente a “memória histórica” desvirtua, atenua ou apaga conforme a corrente para onde a lama se dirige…assim não vamos a lado nenhum…