quinta-feira, 14 de março de 2013

Os "pecados" podem ser comprados com a verdade...

HABEMUS PAPAM



Às 18H06M de 13-03-2013, o novo Papa, FRANCISCO I, foi eleito pelos Cardeais presentes no Conclave em ROMA…

É certo que “Cristo” levou às últimas consequências a interpretação de que morreria cedo para salvar seja quem tivesse sido, mas duma forma tão absurda e brutal que nenhum Papa se atreveu a seguir até hoje…

Desde muito tempo atrás têm sido eleitos centenas de Papas e nenhum deles se atreveu a comunicar uma diretiva divina por muito curta que tivesse sido….

É certo que o “espírito santo” escreve direito por linhas tortas, mas não haver ninguém no Papado que interprete ou traduza a “nuvem” que paira sobre o planeta e que se desfaz no ciclo da água, perdendo-se nos confins dos subterrâneos, deixando morrer o mundo cristão à sede, será um impropério bizarro que deve deixar estarrecido o verdadeiro “criador”…

É certo também que o pecado é um atributo humano, mas daí até se dar a entender que o sexo reprodutivo ou não, é um malefício perpetrado por “satanás” para seduzir e corromper a santidade vai um salto de carneiro pronto para ser imolado no forno de onde sai o fumo…

Muitos e crescendo com a imagem da “santificação” que à nossa roda está semeada no vento da devoção, constrem facilmente o poder de poder “dar” a quem mais necessita, mas exorbitando sem piedade sinais duma opulência que nunca foi vista nos tempos em que a “fundação” ocorreu, quando o profeta andava pelo mundo de alma cheia e corpo despido…

A remição dos pecados, que os pecadores transportam acorrentados ao pecado cometido inicialmente, parece estarem a tornar-se num fardo insuportável, que só a idade, a doença ou a força exangue da vontade permite a retirada para suportar na clausura da oração a possibilidade de legalmente se poder resignar…

“Cristo ressuscitou” – está na hora dum Papa seguir o mesmo caminho, ou senão a escuridão iluminará o nascimento de mais pecados que rodopiam à volta dos bolsos vazios dos mais necessitados… prometendo-lhes como sempre e em troca da sua solicitude, o Olímpio da “ Vida Eterna”…

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Os "zé-ninguém" são cada vez mais e tudo fazem para o ser...

Antes sabia-se, calculava-se e por vezes até se adivinhava para onde fluía o mundo recheado de milhões e mais milhões de gente sem alicerces que na corrente encontravam sempre algum “ porto de abrigo” por mais remoto que este estivesse…

Hoje fazer ou tentar fazer um exercício mental para seguir o rasto para onde confluem as pessoas, o espetáculo é deprimente – nas grandes cidades ou nos aglomerados mais encorpados os que labutam com o fim à vista sentem-se abandonados, ou, nem se sentem porque a máquina que estava apoiada no entroncamento do pescoço labora agora com muito atraso e o cérebro minora o sofrimento enfraquecendo automaticamente os sentidos, que ficam prostrados numa modorra letárgica que anuncia o corte definitivo com o cordão umbilical – os coitados dos circundantes e que ainda possuem a chama a funcionar na sofreguidão de encontrar meios para sobreviver nem reparam se o conterrâneo esquecido debaixo da soleira da escada e que está forrado de papelões está a pensar, a dormir ou se já morreu congelado no frio do Inverno – os outros que se afastam dos centros urbanos espiando os “pecados” nos cerros e nos montes, não querem saber do que se passa do outro lado e vivem parados no tempo dos ancestrais, pois foi ali que nasceram, não querendo conhecer o mar, as praias, os comboios, os aviões, as televisões, os computadores, indo ao ponto de se sentirem agoniados, quando ouvem os doutos a relatar como um jogo os raciocínios de como sair da crise…mas que crise se lá nunca chegou o dinheiro, a água ou a  eletricidade…?

Quando se tenta comparar as vidas dos “zés-ninguém” que cada vez são em maior número e dos outros que vivem rodeados de estratégia global, que ganham montes de dinheiro para pagar o que a sua imaginação proclama, alguma coisa se revela como um novelo intrínseco que habita no sítio mais recôndito do ser humano que comanda sem falhas do interior os caminhos tortuosos que conduzem ao poder absoluto, subjugando todos os miseráveis que murcham logo que nascem numa espécie de labirinto de onde não sairão mais…

…trabalhar e comer para não morrer no dia em que nascem…

Os Paises do Sul da Europa são admnistrados por "gente" que se "sustenta"...

A Europa dos discursos, dos passos curtos e dos que empurram com a barriga não vai longe…



Chegados a 2013 e salvo alguns conflitos regionais patrocinados, a Europa e com a santa passividade a pairar no ar, alcançou mais uma passagem no calendário e com isso parece estar contente…a paz é um terreno fértil e onde tudo pode crescer…

Se alguns pensam que um dia a Europa Unificada por pura ideologia estratégica, será uma super potência imprescindível no xadrez mundial e sempre presente no clube dos mais desenvolvidos, deixa no ar um perfume que qualquer ser bem esclarecido tem esperança que isso possa ser um dia verdade…

“O trabalho dignifica”, apregoavam os que acreditavam na duração dum milénio para o “génio suástico” – depois do volte face da guerra desapareceram como toupeiras e salvo uns quantos o mito da raça e a ideologia democrática tornada ditadura diluíram-se no nevoeiro denso que conduz à travessia do deserto para que o tempo apague, atenue ou dilua a memória para que a opressão possa voltar a renascer, desta vez com mais conhecimento, mais experiência e mais raciocínio empedrado na vingança…

É nesta dualidade frágil, a força estratégica dum lado e a ingenuidade por vezes incompetente que imerge do lado aparentemente denominado bom, que o Mundo vai vivendo à medida que os estrategas pelo domínio global aperfeiçoam os meios para alcançar o que está traçado no tempo há muito e que a experiência bélica dos 50 milhões de mortos expressam no final da última grande guerra na Europa…

Se o chefe dos nazis não tivesse cometido um erro estratégico gravíssimo ao prorrogar para o fim a operacionalidade dos V2, hoje o mundo não estaria a braços com o problema da globalização, das dívidas, com quem faz o quê e para quem, com o problema do capital que controla os países ou com o desemprego (este seria escravo), porque viveríamos na humilhação do poder ilimitado de quem tem ambição inquantificável, dinheiro e poder para predestinar quem manda e quem tem de obedecer…

A Europa só será um parceiro automático no xadrez mundial deixando de vez de ser uma miragem, quando possuir na organização nuclear meios persuasores suficientes, que lhe garanta no tabuleiro que tem pela frente, uma robustez inquestionável – os coitados países do Sul e que para acompanhar os mais ricos recorrem como primeira e última solução sempre aos parasitas financeiros colocados em cada esquina, não ajudam na luta de colocar na Europa o carimbo da união…

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Fujam enquanto é tempo - os Países na Europa estão a saque...

Perto do Natal e perto do novo ano 2013, os enredos continuam em alta e o túnel só tem a luz que uns ainda deixam passar – é uma miragem esta luz que se nota ao fundo do túnel e é uma miragem porque se trata de mais um logro para fazer acreditar que existe sempre no fundo do túnel uma saída que conduz à paz, à solidariedade e ao amor…

Desde tempos imemoriais que o conto do vigário existe e já em tempos sem rasto, aldrabar o próximo foi um meio expedito para “ ver o futebol por cima do muro” ou viver ás custas dos outros…

Isto bem a propósito dos chamados “paraísos fiscais”, onde o dinheiro arrebanhado em meios nada lícitos calmamente se esconde, não só para fugir ao controle fiscal como para em tempo oportuno passar pela “lavagem” e voltar a entrar nos circuitos chamados legais – este pesadelo dos chamados países onde tudo se processo dentro da lei!!! seria uma luz ao fundo do túnel se estes países se unissem no combate ao tráfico do dinheiro subtraído ao corredor legal e que teria sido ilegalmente constituído -- os “paraísos” acabariam dum momento para o outro, mas, pasme-se são alguns destes países que se dizem dentro da lei que “fazem vista grossa”, que rodeiam o crime com subtileza, deixando que o esquema compense e que o povo se veja alheado dum problema que o efeta...

Ultimamente todos sonham com o controle do dinheiro legal, aquele que foi ganho com sangue suor e lágrimas, inventando à exaustão métodos de controlo rígidos como o dos cartões Multibanco e controlos das contas correntes nos bancos e o fisco a todo o momento descobre novas engenharias para adicionar mais carga fiscal, o que é inexplicável se, se atender ao enorme poderio da economia paralela, do enorme poderio das ações de tráfico de bens e pessoas, onde não se descortina uma só ação digna e que mereça o nome de certificar a legalidade…

Parece que luz do túnel está cada vez mais incipiente e não tardará a pagar-se de vez, já que os matulões que enraízam o “ganho fácil” estão dispostos a ir até ao fim na subjugação do estado de direito e será certo que num tempo não muito distante o chamado “povo transformado em carneirada submissa”, será acorrentado a mais um tentáculo do”polvo” que está à solta e pode estar já perto da tua porta…

A solução para este estado de coisas e que avassala a juventude ainda ingénua é procurar outros destinos mais brandos e abandonar de vez a cáfila que sem qualquer disposição para abordar temas que jogam com princípios básicos, se escondem na força dalguma intelectualidade castrada, daí partindo em correria louca para ensacarem o mais que poderem… fujam enquanto é tempo, os Paises na Europa estão a saque...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lisboa está acorrentada a " salvadores da pátria"...

Uma greve geral é aquela que se desenvolve exclusivamente na Capital e que assusta, quem a escuta na “Província”…

A democracia que se aplicaria na prática e seria bem sucedida se todos utilizássemos padrões compartimentais semelhantes, é um sistema complexo que pede resultados complexos, não deixando de ser um sistema artificial facilmente forjável com se dum retrovírus se tratasse – depois do vírus ancorado por espigões cerebrais, escraviza a célula, isto é, os competentes diminuídos, os corruptos e os extremistas da sociedade tal qual ela se apresenta e estando abrigados no código genético, garantem resultados com um pequeno investimento, promovendo com rapidez os incompetentes e a parasitagem agiota que germina como cogumelos venenosos à espera de serem apanhados para comer – é verdade que uma ditadura e se tiver no subconsciente instalado o mesmo vírus, o resultado alcançado é quase o mesmo – em ambos os sistemas o resultado duma policia a operar na defesa do poder instalado e sempre com o slogan hipócrita da ~defesa do povo, pode ser traduzida na violência indiscriminada do que está ao alcance do cacete ou das balas de borracha dura…

Quando se espreme o resultado sem ter a ambição de descobrir coisa nenhuma, o suco que fica é de que o povo não tem nos quadros políticos que hoje proliferam com o título de democracia, uma equação para o defender – passados tantos anos da ditadura e com os resultados do 25 que agora se apresentam com juros altíssimos para o povo pagar, tudo fica mais claro – a ditadura, com um ditador inteligente, oriundo de classe laboriosa e não abastardado aos requisitos dos que verdadeiramente anseiam dominar, é um sistema onde alguns comem à mesa do Orçamento, enquanto que na política democrática, onde tudo parece igual, a desordem é total, isto é, na democracia desvirtua-se em permanência a verdade para manipular e ganhar…

Um desordeiro escapa nos meandros duma qualquer ruela, enquanto que um cidadão com raízes se vê perdido no turbilhão dos cacetes que zumbem perigosamente sobre as cabeças descobertas...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

A Constituição Portuguesa não defende ninguém...

A Constituição Portuguesa desempenha neste momento explícito a maquiavélica intenção com que foi encomendada, isto é, garante a quem a desenhou um estatuto de verdadeiro guardião dos direitos, liberdades e garantias, que para o cidadão comum não valem nada…

Não vai ser muito difícil num futuro próximo antecipar mais sofisticação na recolha de novos impostos para pagar as loucuras que aparentemente não tem dono – um casal com duas pensões passará a ter só uma e com o amadurecimento do tempo desaparecerá, o IMI incidirá sobre a área coberta móvel das viaturas em movimento, estendendo-se progressivamente este principio a tudo que faz sombra e finalmente os mortos pagarão o imposto de armazenamento abusivo do espaço que, sem “estudo ambiental lhe destinaram” em tempo de vacas gordas …

Os antepassados não protestam por estarem em transição mórbida, os cidadãos atuais sem poderem vencer a inércia que os amarra ao chão, não conflituam porque o tecido social que os rodeia ainda lhes garante um conforto mínimo em tempos de “tudo vazio”…

Na ditadura os mesmos de hoje, garantiam que a censura esvaziava os cérebros retirando-lhe capacidades intelectuais, hoje e com nostalgia consentida, constata-se que e salvo muito poucos, existe uma intoxicação premeditada para saber tudo o que conduz ao não saber nada…

Os arautos que navegam à sombra da Constituição elaborada à medida deram tudo o que lhes pediam, hoje, não querem compreender que a teta está esgotada e por isso insistem na controversa ordem de Salazar, quando exigiu aos militares em Goa, Damão e Diu na Índia, que combatessem até à morte – os “pequenos salazares” que bóiam em tudo que é mordomia percebem, mas fazem crer que não percebem que a ordem é para que o povo lute, até à morte – o capitão dum navio em caso de sinistro em mar alto é o último a abandonar o seu barco, neste teatro eles são os últimos para ficar com os despojos…

Se fosse possível voltar a trás e ter percebido com clareza o mecanismo torpe que o 25 escondia no ventre, muita coisa teria corrido de outra maneira, mas a vida é assim … só os mais espertos, inteligentes e afoitos sobrevivem à incompetência dos que se auto promovem…o resto é treta…

domingo, 14 de outubro de 2012

O Povo está metido numa "teia" de violência nunca antes vista...


Passos Coelho pode e se calhar é mesmo um gestor incompetente, mas, uma coisa estamos todos de acordo, o homem chegou agora e o “buracão do Estado falido” foi meticulosamente construído por outros - por exemplo Soares e Cavacos, que vociferam contra tudo como cães de fila, estão enterrados até ao pescoço neste colossal  pântano e deveriam se tivessem "tento na língua" explicar ao povo, como é que deixaram que um estado como PORTUGAL chegasse aonde chegou …

A saúde no posicionamento vertical, desde o laboratório, hospital, medicamento  e outros que vivem na órbita, vivem à custa do povo doente, isto é a maior parte dos que funcionam no SMS, recebem o salário do Estado, pagando o povo o excedente, que é como quem diz, a saúde é um maná que alimenta um filão de operadores que se alimentam quase exclusivamente da manjedoura do orçamento – é certo que o SNS ainda é bom, mas isso é o que se espera dum governo consciente e honesto que investe bem, no bem estar do povo…

O desenvolvimento de que tanto se fala é um esforço politico que ampara ambições pessoais e a maior parte da vezes revela-se como um desenvolvimento estrutural que ultrapassa as exigências do povo, mas alimenta na primeira linha uma matilha de parasitas esfomeados, que tudo fazem para enganar o parceiro menos experiente, no entanto ainda têm o atrevimento de comer e beber à conta do povo, pois desavergonhadamente sentam-se à mesa do orçamento, ficando com fatia de leão…

As forças armadas e excluindo uns serviços além-mar e uns serviços de policiamento, auto arrogam-se provocatoriamente que são baluartes e os fiscais do governo, mas mais nada fazem durante o tempo todo do que ameaçar,  comer e beber à conta do orçamento…

Importadores, banqueiros, industriais, grossistas, comerciantes de todo o tipo e intermediários suficientes e outros que tais, construíram uma teia de tal agressividade consumista que não serve para nada, mas que não se negam o direito de também se instalarem no centro nuclear da manjedoura, para também comer e beber na mesa do orçamento…

Os grevistas, quase todos debaixo da alçada de empresas públicas, com razão ou sem razão, marimbam-se para o povo, já que, quando contestam, só prejudicam o País e o povo e não prescindem de viver à conta do orçamento - mesmo as empresas de transporte têm de ser autosuficientes, coisa que contestam, porque senão, não existiam transportes privados...

As autarquias de forma clara são um vetor de desenvolvimento, mas outras, sem qualquer objetividade e competência sobrevivem do endividamento crónico e da descentralização financeira do Estado, logo sentam-se com ambição à mesa do orçamento…

A justiça e o ensino, peças nucleares no xadrês e outros quejandos orbitam com segurança institucional com verdadeira sagacidade na mesa do orçamento, sem se preocuparem com os resultados…

Isto é, duma maneira geral todos vivem à custa do povo, pois é sobre estes que recai o ónus da obrigatoriedade de entregar ao Estado uma parte substancial do seu salário, para sustentar dívidas ou para pagar o que não pediu e a maior parte das vezes, até desconhece, que algumas obras luxuosas tenham sido executadas para o seu bem - um governo honesto e competente teria arquitetado uma cintura produtiva rentável por forma a que cooperasse no esforço exigido, diminuindo em caso de crise o esforço a pedir ao povo...

O Povo dum Estado falido e que para tal estado de coisas não contribuiu, protesta e o governo que deveria atuar em seu nome e para o proteger, acossa os cães e os polícias que tanto podem derrubar o povo à bala, à matraca ou se o caso não se poder resolver por essa via, fazem entrar o gás mostarda, lacrimogéneo ou algemas para condução à polícia, que por sua vez marca vez com o juiz - o Povo não precisa que o estado lhe acosse os cães, do que precisa é de alguém que urgentemente coloque o freio nos dentes dalguns e a máquina nos carris…