
È fácil dizer que Sócrates é o rosto da crise” – e porquê? … porque sim!
“ Não se pode ignorar que a crise é global e só – em consequência disso – é que chegou a Portugal.
Não é portanto da responsabilidade do governo em funções, nem dos partidos da oposição, sejam de esquerda ou de direita.”
Diário de Noticias de 17-02-2009 – “O Tempo E A Memória” – Mário Soares
Salvado o respeito e a proporcionalidade dos pontos de vista, esta conclusão parece ser um raciocínio de quem está “habituado” a que não sejam os “dirigentes máximos” a assumir as responsabilidades de tudo o que acontece em Portugal – todos os portugueses estão avisados e sabem que não é o governo ou os partidos da oposição que são os responsáveis pela “crise global”, o que eles não sabem é quem é o responsável pela “crise interna” que se complica cada ano que passou, passa e passará.
Os políticos portugueses no campo prático, quando se candidatam, sabem (ou marimbam-se para o facto) que Portugal é um País com carências (deficiências) de toda a ordem e uns a seguir aos outros e quando não existe “crise global” mentem quando gesticulam “mesinhas” para resolver “todos” os problemas do pais e quando chegam ao final da campanha política os portugueses estão sempre muito pior – e isso pelos vistos e na douta opinião que obviamente se respeita, não é matéria (pasme-se) para responsabilizar ninguém – legisle-se então definitivamente que os portugueses quer tenham “crise global” ou crise “interna”, assumem todas a responsabilidades por qualquer “ coisinha” que os “coitados” dos dirigentes planeiem e executem mal – e assim dum modo fácil legisla-se mais uma imunidade que libertará quem quer que seja do enorme sacrifício de governar um povo que nunca pede nada – “se soubesses o que custa mandar, obedecerias toda a vida”.
Portugal, “visto de fora” é uma aldeia cada vez mais “pacóvia” e que não merece que se perca tempo com análises de coisas que não têm utilidade.
“ Não se pode ignorar que a crise é global e só – em consequência disso – é que chegou a Portugal.
Não é portanto da responsabilidade do governo em funções, nem dos partidos da oposição, sejam de esquerda ou de direita.”
Diário de Noticias de 17-02-2009 – “O Tempo E A Memória” – Mário Soares
Salvado o respeito e a proporcionalidade dos pontos de vista, esta conclusão parece ser um raciocínio de quem está “habituado” a que não sejam os “dirigentes máximos” a assumir as responsabilidades de tudo o que acontece em Portugal – todos os portugueses estão avisados e sabem que não é o governo ou os partidos da oposição que são os responsáveis pela “crise global”, o que eles não sabem é quem é o responsável pela “crise interna” que se complica cada ano que passou, passa e passará.
Os políticos portugueses no campo prático, quando se candidatam, sabem (ou marimbam-se para o facto) que Portugal é um País com carências (deficiências) de toda a ordem e uns a seguir aos outros e quando não existe “crise global” mentem quando gesticulam “mesinhas” para resolver “todos” os problemas do pais e quando chegam ao final da campanha política os portugueses estão sempre muito pior – e isso pelos vistos e na douta opinião que obviamente se respeita, não é matéria (pasme-se) para responsabilizar ninguém – legisle-se então definitivamente que os portugueses quer tenham “crise global” ou crise “interna”, assumem todas a responsabilidades por qualquer “ coisinha” que os “coitados” dos dirigentes planeiem e executem mal – e assim dum modo fácil legisla-se mais uma imunidade que libertará quem quer que seja do enorme sacrifício de governar um povo que nunca pede nada – “se soubesses o que custa mandar, obedecerias toda a vida”.
Portugal, “visto de fora” é uma aldeia cada vez mais “pacóvia” e que não merece que se perca tempo com análises de coisas que não têm utilidade.